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        <title>AnimeSpirit - Artigos</title> 
        <link>http://home.animespirits.net</link> 
        <description>AnimeSpirit a sua Comunidade de Animes</description>
        <pubDate>Wed, 07 May 2008 07:54:46 -0700</pubDate>
        <language>pt-br</language>
        <copyright>Copyright 2001-2008 AnimeSpirit</copyright>
        <generator>AnimeSpirit Artigos</generator>
        <webMaster>webmaster@animespirits.net</webMaster>
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            <title>AnimeSpirit - Artigos</title>
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                <item>
                    <title><![CDATA[Fanfics: A arte de respeitar o leitor]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2007/12/14/fanfics-a-arte-de-respeitar-o-leitor/</link>
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                    <pubDate>Fri, 14 Dec 2007 04:26:19 -0800</pubDate>
                    <dc:creator>~JosianeVeiga</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<div align="center"><img src="http://uploads.animespirits.net/artigos/38708,1197635179.jpg" alt="" width="293" height="300" border="0" /></div><br />
<u><div align="center"><b>Fanfics: A arte de respeitar o leitor<br />
Por Josiane Veiga</b></div></u><br />
<br />
<br />
<br />
Quando eu comecei no mundo dos fanfictions (isso na década de 90) este universo era quase desconhecido. Alguns nomes como Sandy Youko dominavam completamente o mundo fandom e eu, modestamente, comecei a postar meus trabalhos, sem grandes pretensões.<br />
<br />
Quando não se tem muito conhecimento sobre fanfics, acabamos fazendo bobagens. Isso somado ao fato de que eu era imatura e extremamente jovem, a lambança dos meus primeiros trabalhos era extrema&#33; Como eu não entendia a importância de algo bem feito, não me importava<b> MESMO </b>com aquelas coisinhas básicas como português correto, gramática e tal. <br />
<br />
Mas com o tempo, este universo foi crescendo, e eu cresci junto. Então comecei a perceber que as coisas não eram como eu pensava.<i> “Betas” </i>começaram a fazer parte da minha vida. Nada do que eu escrevia era colocado na internet sem a leitura anterior de outras ficwrites. <br />
<br />
Foi então que meu mundo rosa começou a desmoronar. Eu me achava fantástica, afinal, tudo que escrevia era bem aceito pelos leitores e elogiado. Mas com as betas vieram as críticas e a verdade: eu tinha muito que aprender. <br />
<br />
Essa é a primeira coisa que quero mostrar a você neste singelo artigo:<b> Você nunca vai crescer enquanto não for criticado&#33;</b><br />
<br />
Hoje, antes de postar, leio, releio, e tento de toda a forma deixar o mais coerente possível. E sabe por quê? Porque quero agradar. Porque sei que existem pessoas que realmente leiam o que você escreve e que esses bons leitores não se contentam com qualquer coisa.<br />
<br />
As vezes entro então nos sites em que leio fanfics como o Animes Spirits, ffnet e Pandora e fico triste demais. Muitas novatas e (pasmem) até escritoras antigas, cometem os mesmos erros cometidos por mim  no passado. Mas o mais grave da situação delas, é que maus leitores a iludem com elogios falsos e sem se importar muito com o conteúdo do seu trabalho, elas continuam no seu ciclo viciante de escrever textos sem se importar com a beleza das palavras.<br />
<br />
Quem estiver lendo, atenção: <b>NÃO IMPORTA O QUE SEUS AMIGOS FALEM, NÃO IMPORTA QUANTOS COMENTARIOS VOCÊ RECEBA</b>, se seu fic não tem o mínimo de coerência e português correto,<b> ele não esta bom</b>. A concordância verbal é vital&#33; Por isso, releia mil vezes... e depois de mil vezes, passe para alguém que goste de ler e peça sugestões. Se não tiver quem faça isso, coloque no “Word” e corrija os erros. Isso é o mínimo que você pode fazer&#33;<br />
<br />
Leia muito também. Não só fics&#33; Leia livros&#33; Não se satisfaça com aqueles que as professoras te obrigam a ler&#33; Leia mais do que o exigido. Não conheço ninguém que escreva bem se não for um leitor voraz. Sem leitura, seu pensamento não se expande e você não cresce, mesmo que for uma pessoa muito criativa&#33; Tenha no seu currículo o compromisso de ler: “Senhora” de José de Alencar, “O tempo e o vento” de Erico Veríssimo e qualquer livro de Alexandre Dumas. Isso é um básico. Existem muitos outros autores maravilhosos, como Moacyr Scliar, Fernando Veríssimo e tal, mas os três citados são simplesmente compromisso de qualidade que você dará a si mesmo&#33; <br />
<br />
Não se satisfaça com reviews do tipo:<br />
<i>“Continuaaaaaa”<br />
“Ta lindo”</i><br />
<br />
<u>Porque normalmente isso indica que a pessoa mal leu seu trabalho</u>. Você TEM que receber reviews enormes, SIM&#33;  E de preferências com criticas construtivas&#33; E não leve a mal quando assim acontecer... porque se a pessoa se propôs a te criticar, é sinal que você pode crescer&#33; Se receber reviews positivos, então, ótimo... mas nunca ache que chegou ao seu máximo.<br />
<br />
Quando eu escrevia para o antigo MIPS, a autora PIPE (quem gosta de Sant Seiya com certeza sabe de quem eu estou falando) retirou TODOS os meus fanfics do site e me fez arrumar eles no português correto, sem a maldita linguagem de chat. Isso salvou minha vida de ficwrite&#33; Eu agradeço a ela&#33; Porque isso sim é incentivar alguém a crescer&#33; Ela não ficou <i>“puxando o saco”</i>. Ela disse que não estava bom, <b>mostrou o erro </b>e desta forma, eu nunca mais o cometi&#33;<br />
<br />
Opa&#33; Lembrei de algo&#33;<br />
<br />
Você esta escrevendo uma história? Então respeite quem esta lendo&#33; Nunca, em hipótese nenhuma (e isso inclui o fim do mundo) escreva em linguagem de MSN&#33; Isso é o mesmo que você dizer ao seu leitor:<br />
<i>“Escrevo o que eu quero... se você não gostar, problema seu.”</i><br />
<br />
<b>O problema não é do leitor&#33; </b>Ele pode achar bons ficwrites as pencas pela net. O problema é seu, que esta mostrando que alem de relaxado(a) com seu próprio trabalho, não se importa com seus leitores, e com o tempo, você escreverá para as paredes, porque ninguém vai ler nada com o seu nome&#33;<br />
<br />
E pra finalizar, nunca esqueça. Escrever é mais que um ato de reflexão, lazer... é colocar sua alma em palavras, então, tudo que faça... não <b>precisa ser perfeito, mas dê o seu melhor&#33;</b>]]></description>
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                <item>
                    <title><![CDATA[Categorias de Mangás]]></title> 
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                    <pubDate>Thu, 29 Nov 2007 13:10:27 -0800</pubDate>
                    <dc:creator>~katchiannya</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<b>Kodomo</b>, o termo é traduzido como "criança", e, é usado para se referir aos quadrinhos nipônicos dedicados aos pequenos. São geralmente histórias mais simples e engraçadinhas, algumas com teor pedagógico. <br />
<br />
O mais famoso dos mangás kodomo é, sem dúvida, Doreamon, criado em 1969, cuja publicação mais recente data de 2005.  A versão anime do gato azulado do séc. XIII, perdido na nossa época, chegou a ser exibida no Brasil pela extinta Rede Manchete.<br />
<br />
<b>Shounen</b>, traduzido como "garoto" e literalmente como "poucos anos", designa os mangás destinados aos adolescentes do sexo masculino. <br />
<br />
Suas características tidas como marcantes são a ênfase na ação e nas cenas de combate comparadas aos demais elementos da história. Alguns focam relações amorosas de forma humorística, sendo quase um clichê a história do rapaz - usualmente tímido e indeciso - cercado por belas garotas, como Tenchi Muiyo ou Vídeo Girl Ai.<br />
<br />
Os desenhos de shounen seriam menos rebuscados em sua arte final, de modo a imprimir maior agilidade e dinamismo nas cenas de ação.<br />
<br />
Entretanto, especialmente nos últimos anos, tais "regras" vêm sendo minimizadas, e, elementos tidos como de outras categorias são empregados com mais freqüência. Por exemplo, Tsubasa Resovoir Chronicles do Clamp, é um shounen que coloca a ação praticamente no mesmo patamar do romance e do drama.<br />
<br />
Alguns exemplos de mangás shounen de sucesso são Saint Seya, Dragon Ball Z, Yu Yu Hakushô,  Naruto, Bleach, Rurouni Kenshin, Gundam e Macross.<br />
<br />
<b>Shoujo</b>, traduzido como "garota", literalmente "pouca mulher", seria a contraparte etária do shounen, dedicado às adolescentes do sexo feminino. Seus traços seriam mais delicados, com uma arte-final mais rebuscada e detalhada.<br />
<br />
A ênfase temática estaria no romance, nas inter-relações dos personagens e nos seus conflitos pessoais. Entretanto, o que já se foi dito sobre a mistura de características de elementos no shounen, também se aplica aos mangás shoujo. Por exemplo, Guerreiras Mágicas de Rayearth utiliza ingredientes de mecha (robôs gigantes), tido como uma temática típica dos shounen.<br />
<br />
Um dos subgêneros mais famosos do shoujo talvez seja o mahou shoujo ou magical girl, como Sailormoon ou Tokyo Mew Mew ou Super Pig, onde uma garota recebe poderes especiais para lutar contra as forças do mal.<br />
<br />
Outro subgênero de destaque são aqueles focados na vida escolar, narrando as desventuras amorosas dos estudantes, destacando um casal, geralmente com personalidades antagônicas. Exemplos dessa temática são vistos em Karekano e Lovely Complex. <br />
<br />
<b>Seinen</b> são os mangás voltados para um público masculino mais velho, especialmente adultos jovens entre 18 e 25 anos. Eles aprofundam temas que são, às vezes, apenas insinuados nos shounen, e, mesmo, shoujo. Geralmente contém uma temática mais aprofundada, cenas de violência mais explícitas e insinuações sexuais mais diretas.<br />
<br />
Existe um foco maior na história em detrimento da ação, e, algumas vezes, suas narrativas são mais atreladas à "lógica da realidade".<br />
<br />
Alguns exemplos de seinen conhecidos no Brasil são Chobits, xXxHolic, Patlabor, Berserk, Ghost in the Shell e Elfen Lied.<br />
<br />
<b>Josei</b> é a contraparte feminina do seinen, dedicado principalmente às jovens mulheres. Os traços finos e delicados desses trabalhos, além da temática focada nas inter-relações pessoais dos personagens, fazem com que sejam, por vezes, confundidos com shoujos. <br />
<br />
Contudo, sua narrativa é usualmente mais densa e realista. E as referências sexuais, tais como  no seinen, são mais explícitas. <br />
<br />
Nana, Paradise Kiss, Koi e Honey & Clover são alguns trabalhos josei bastante conhecidos. <br />
<br />
<b>Gekigá</b>, mais que uma categoria de quadrinhos japoneses, se apresenta como um movimento artístico. Traduzido literalmente como "figuras dramáticas", ele surgiu em oposição ao mangá convencional ("figuras irresponsáveis"), buscando abordar temas mais adultos, com traços mais clássicos e realistas em contraposição ao estilo "cartoonesco" dos mangás mais comerciais. <br />
<br />
Originou-se de fanzines disponibilizados por bibliotecas públicas de Osaka, conhecidas como kasihonya, que, logo após a II Guerra, se prontificavam a levar leituras de baixo custo para a população em geral, especialmente adultos, e, permitiam aos artistas um experimentalismo maior que as grandes editoras do período.<br />
<br />
Sem dúvida, um dos mais famosos e marcantes gekigás é a série Kozure Okami (Lobo Solitário), criada nos anos 70 por Kazuo Koike e Goseki Kojima. No Japão, o impacto da saga do ex-executor do Shogun, Ito Ogami, e seu filho, Daigoro, é imensurável, ecoando ainda em produções recentes como Vagabond. No ocidente, sua influência também se faz presente, como na obra de Frank Miller (Sin City, 300 de Esparta), na série de graphic novels Estrada para a Perdição ou mesmo na animação Samurai Jack.<br />
<br />
Outros gekigás de destaque são Mai - A garota sensitiva, Akira, Crying Freeman e Gen-Pés Descalços. Este último, apesar dos traços cartunescos é considerado gekigá devido à sua temática: o relato sobre os sobreviventes da bomba de Hiroshima, entre eles o próprio autor, Keiji Nakazawa.<br />
<br />
<b>Hentai</b> é o termo empregado para designar os mangás eróticos e pornográficos japoneses. <br />
<br />
No ocidente refere-se a qualquer produção quadrinística nipônica que mostre explicitamente um intercurso sexual. No Japão, usa-se  uma pequena diferenciação entre as produções eróticas. Obras que apresentam cenas de sexo convencional são designadas pelos termos 18-kin (proibido para menores de 18 anos) ou seijin manga (mangás para adultos). <br />
<br />
Os hentais, portanto, se referem a trabalhos que exploram fetiches sexuais em suas páginas. Algumas vezes se usa o termo ecchi para se dizer desse tipo de publicação. Ambos, hentai e ecchi, podem ser traduzidos, entre outros significados, como perversão.<br />
<br />
<b>Shounen-ai/Yaoi</b> - Ambos os termos são usados para designar histórias que contém temáticas relacionadas a relações homo-eróticas masculinas. No Japão usa-se  também o termo Boy&#39;s Love para esse tipo de história, que seria a tradução de shounen-ai para o inglês (shounen = garoto, ai = amor)<br />
<br />
Entretanto, o shounen-ai aborda o tema de maneira mais leve, tendo como foco a relação afetiva dos envolvidos. Já o yaoi dá ênfase à relação sexual propriamente dita. A palavra yaoi vem da expressão: "Yama nashi, Ochi nashi, Imi nashi" (sem clímax, sem piadas, sem sentido).<br />
<br />
No ocidente, os termos shounen-ai e yaoi são, muitas vezes, usados como sinônimos.<br />
<br />
Exemplos de histórias com conteúdos shounen-ai: Sailormoon, Princess Princess, Tokyo Babylon.<br />
<br />
<b>Shoujo-ai/Yuri</b> seriam os correspondentes femininos de, respectivamente, shounen-ai e yaoi. <br />
<br />
O shoujo-ai se refere a histórias românticas protagonizadas por casais femininos, focando no envolvimento afetivo das garotas, sem necessariamente significar envolvimento sexual. Já o termo yuri trata de obras com cenas de caráter mais sexual. O termo yuri hentai também designa trabalhos explicitamente pornográficos.<br />
<br />
Assim como shounen-ai/yaoi, no ocidente, shoujo-ai/yuri são tomados como sinônimos.<br />
<br />
Sailormoon possui um dos casais shoujo-ai mais famosos dos mangás: Sailor Uranus e Sailor Neptune. Outra história com características shoujo-ai é Noir.<br />
<br />
O mangá Fushigi no Kuni no Muyuki-chan (Miyuki-chan in Wonderland), do Clamp, pode ser considerado um meio termo entre shoujo-ai e yuri, embora tenda mais para a segunda categoria, e tomado por muitos como tal.<br />
<br />
<b>Doujinshi</b>, ou simplesmente doujin,  pode ser literalmente traduzido como "mesma coisa, pessoas diferentes". Em outras palavras, refere-se a histórias protagonizadas por personagens conhecidas, mas escritas por outras pessoas que não seus criadores.<br />
<br />
Partindo dessa perspectiva, muitos escritores de fanfics que se especializam em histórias baseadas em animes e mangás denominam seus trabalhos como doujinshi, mesmo que ele não contenha ilustrações.<br />
<br />
Entretanto, o termo usualmente se refere a mangás/fanzines de artistas (ainda) não profissionalizados, podendo conter tanto histórias originais quanto fanfics.<br />
<br />
Alguns artistas, mesmo depois de estabelecidos profissionalmente, ocasionalmente fazem doujinshi. Um exemplo é o grupo Clamp, que, depois de famoso, realizou Tenku Senki Shurato Original Memory (Muma) em 1990, baseado no mangá  Tenku Senki Shurato de Hiroshi Kawamoto, cujo anime foi exibido no Brasil pela extinta Rede Manchete nos anos 90.<br />
<br />
Com o advento da internet, a profusão de doujishins aumentou drasticamente. Muitos são os fãs que disponibilizam seu trabalhos em sites como o DeviantART. O site  <a href="http://www.aku-tenshi.com/doujin/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Aku Tenshi</a> tem uma pagina dedicada exclusivamente a douijishin.<br />
<br />
O termo Doujinshi Circle é utilizado para nomear um grupo de artistas que trabalham coletivamente na criação de uma obra. O Clamp começou sua carreira como um Doujinshin Circle, contando com 11 integrantes nos seus primódrios. O grupo brasileiro <a href="http://www.expressohogwarts.com.br/amaterasu.html" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Crimson Mark</a>  (ou Marca Rubra) recentemente inaugurou um site, tentando se estabelecer como um Doujinshi Circle virtual, embora seu trabalho seja essencialmente textual.]]></description>
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                    <title><![CDATA[Mangás - Um passeio histórico pelos quadrinhos japoneses]]></title> 
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                    <pubDate>Thu, 29 Nov 2007 13:03:43 -0800</pubDate>
                    <dc:creator>~katchiannya</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<div align="center"><img src="http://uploads.animespirits.net/artigos/37117,1196370223.jpg" alt="" width="166" height="231" border="0" /></div><br />
Podendo ser traduzido literalmente como "figuras irresponsáveis", o termo Mangá é comumente utilizado para designar as histórias em quadrinhos japonesas.<br />
<br />
Os mangás são usualmente grossos volumes com centenas de páginas, lidos da esquerda para a direita. A maioria é impressa em preto e branco, embora, possam ser coloridas em uma única cor. Tal prática se destina a esconder "imagens fantasmas", uma vez que os mangás são impressos em papel reciclado barato. Contudo, ocasionalmente, séries mais consagradas podem ter algumas páginas coloridas em alguns capítulos.<br />
<br />
Geralmente várias séries de autores diversos são publicadas em uma única revista. Posteriormente, as séries de maior sucesso são republicadas em tamanho "pocket" em um papel de melhor qualidade em volumes conhecidos como tankohon.<br />
<br />
Definir historicamente o surgimento dos mangás é relativamente complicado. Alguns estudiosos apontam suas origens no período Nara (séc VII) com o surgimento do emakimono (rolos de pintura), outros afirmam ter nascido dos desenhos humorísticos de monges orientais do séc. XII.<br />
<br />
Entretanto, é quase inegável a influência do estilo de pinturas Ukiyo-e (retratos do mundo flutuante), surgido no período Edo (1603-1867). Os Ukiyo-e  (ou estampas japonesas) se tornaram uma forma de entretenimento popular, pois eram facilmente produzidos em massa, impresso em "larga escala" (para os padrões da época) com auxílio de blocos de madeira.<br />
<br />
Seus temas variavam desde cenas da vida urbana, temas teatrais, cortesãs, lutadores e paisagens. Às vezes eram compilados em formato de livro, contando uma história. Até mesmo cenas de sexo eram retratadas em ilustrações conhecidas como shungas, e, considerados por alguns, como os predecessores dos hentai - os quais comentaremos mais adiante.<br />
<br />
Aliás, era comum presentear os recém-casados com shungas. O fim de tal costume - e simultaneamente declínio de produção dos shungas - veio com o advento da era Meiji e a instauração de uma conduta moral mais rígida.<br />
<br />
O mangá moderno surge apenas no começo do séc. XX, influenciado, em parte, por publicações norte-americanas e britânicas. Às vezes eram até mesmo nomeados de Punch-e, nome derivado da revista inglesa Punch Magazine. Muitas das histórias eram tiras ou quadros de humor.<br />
<br />
É quase unânime, entretanto, que o grande responsável por tornar os quadrinhos japoneses o que são hoje é Osamu Tesuka. Foi ele quem definiu alguns dos elementos fundamentais do mangá&nbsp;: o desenhos estilizado, a narrativa cinematográfica, e é claro, os famosos olhos grandes. <br />
<br />
Alguns citam Walt Disney como fonte de inspiração para o trabalho de Tesuka na criação de personagens com traços exagerados com o intuito de aumentar a expressividade e o efeito dramático.<br />
<br />
Contudo, vale ressaltar que o teatro kabuki, do qual dizem que Tesuka era fã, também foi responsáveis pela criação dos famosos "olhões". Além da maquiagem kumadori, que simulava máscaras, os atores usam os olhos como modo de expressão fundamental, abrindo-os ao máximo, ou mesmo chegando a ficar "zarolho" para denotar raiva ou agitação. Tudo no intuito de ressaltar as emoções dos personagens.<br />
<br />
Ao contrário do que muitos (preconceituosos) apregoam, os "olhões" não são fruto de inveja japonesa aos arredondados olhos ocidentais (nota da autora: cansei de escutar essa baboseira ¬¬). Os japoneses consideram os olhos como "portais para a alma", assim, os utilizam para transparecer a personalidade e/ou o estado de espírito dos personagens.<br />
<br />
Crianças usualmente têm olhos maiores para refletir sua inocência. E, em alguns caos, o mesmo personagem pode ter tamanhos de olhos diferentes, dependendo da situação. Por exemplo, Kenshin Himura (Samurai X/Rurouni Kenshin) e Kirika Yuumura (Noir) variam o tamanho de seus olhos: grande e gentis em situações normais, estreitos e menores durante cenas de batalha.<br />
<br />
Retomando um pouco Tesuka, ele foi um dos mais produtivos artistas nipônicos de seu tempo: auxiliado por vários assistentes, ele produzia cerca de 300 páginas de quadrinhos por mês para várias revistas, chegando a produzir 150 mil páginas durante toda sua carreira, além de criar mais de 500 obras.<br />
<br />
Alguns de seus personagens são conhecidos aqui no Brasil pelo pessoal “das antigas”, como Tetsuwan Atom, Jungle Tatei e Ribon no Kishi, mais conhecidos como Astro Boy e Kimba, o Leão Branco e A Princesa e o Cavaleiro - que está sendo publicado pela JBC-, criados nos anos 50, e transformados em desenho na década de 60.<br />
<br />
Não é à toa que Tezuka é conhecido pelos seus conterrâneos como Manga no Kami-sama , ou o deus do mangá.<br />
<br />
Uma característica marcante dos mangás é a prevalência da imagem sobre o texto ao contrário dos quadrinhos americanos, por exemplo. Comparativamente, os quadrinhos americanos são mais textuais. Os quadrinhos japoneses são feitos para serem uma experiência visual, enquanto os americanos são feitos para serem lidos.<br />
<br />
Há exceções em ambos os casos, é verdade, além de outras diferenças que merecem ser abordadas em um artigo a parte.<br />
<br />
Em resumo, pode-se dizer que os mangás possuem uma narrativa cinematográfica, como se fossem algo visto quadro a quadro.<br />
<br />
Nos chamados mangás de história longa, alguns com milhares de páginas, os artistas japoneses buscam estender sua narrativa por muitos capítulos de modo a explorar as nuances psicológicas das personagens e tornar a história mais interessante e detalhada.<br />
<br />
No Japão, existem diversos tipos de mangás sobre os mais variados temas possíveis. Entretanto, a maioria é classificado/dividido pela faixa etária e/ou sexo dos leitores e possuem entre si algumas características em comum. Embora, nos últimos tempos, - como toda boa produção artística pós-moderna que se preze - características de um gênero são incorporados a outro e vice-versa, dificultando algumas vezes a classificação exata de uma história.<br />
<br />
<b>Dicas de Leitura</b><br />
<br />
Para quem gostaria de saber mais sobre mangás, suas origens e características, um bom ponto de partida são os verbetes da Wikipédia e do site <a href="http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/lexicon.php" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Animes News Network</a> <br />
<br />
Mas, alguns livros podem ser recomendados como leitura essencial:<br />
<br />
Manga&#33; Manga&#33;: The World of Japanese Comics, de  Frederik L. Schodt (em inglês)<br />
<br />
Dreamland Japan: Writings on Modern Manga, de  Frederik L. Schodt (em inglês)<br />
<br />
Mangá - O Poder dos Quadrinhos Japoneses, de Sonia Luyten<br />
<br />
Cultura Pop Japonesa: Mangá e Animê, de Sonia Luyten<br />
<br />
Mangá - Como o Japão Reinventou os Quadrinhos, de Paul Gravett]]></description>
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                <item>
                    <title><![CDATA[Diferenciando fanfics, fanarts e fanzines.]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2007/11/11/diferenciando-fanfics-fanarts-e-fanzines/</link>
                    <comments>http://home.animespirits.net/artigos/2007/11/11/diferenciando-fanfics-fanarts-e-fanzines/#comentarios</comments>
                    <pubDate>Sun, 11 Nov 2007 03:30:54 -0800</pubDate>
                    <dc:creator>!CaioMeloW</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[Como eu vi que muita gente ainda se confunde com fics, fanarts e fanzines, estou fazendo essa matéria&#33; Explicarei detalhadamente o que cada uma é&#33;<br />
<br />
Fanfics:<br />
<br />
Fanfic é a abreviação do termo em inglês fan fiction, ou seja, "ficção criada por fãs". Em outras palavras, trata-se de contos ou romances escritos por quem gosta de determinado filme, livro, história em quadrinhos ou quaisquer outros meios de comunicação.<br />
<br />
Tipos de classificação:<br />
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G: Fic liberada para todas as idades.<br />
K: Conteúdo livre de qualquer linguagem grosseira, violência e temas adultos.<br />
K+: Conteúdo com menor grau de violência, insinuações de linguagem grosseira e ausência de temas adultos, recomendável para crianças maiores de 9 anos.<br />
PG-13: Não recomendável para menores de treze anos por conter alguma violência, linguagem levemente grosseira, e sugestão de temas adultos. Cenas leves.<br />
PG-15: Não recomendável para menores de quinze anos por conter cenas de violência, linguagem grosseira e temas adultos leves. Cenas estilo médio.<br />
PG-17: Não recomendável para menores de dezessete anos por conter cenas de descrição explicita de violência, uso liberado de forte linguagem grosseira, e temas adultos tratados de modo detalhado e explícito. Cenas fortes.<br />
PG-18: Conteúdo impróprio para menores de dezoito anos. Geralmente utilizados em fanfics de Anime e/ou da série Harry Potter. Indicado como conteúdo de terror, suspense ou cenas realmente pesadas, não expeficadamente sexo.<br />
<br />
Fanart:<br />
<br />
Fanarts não precisam de muita explicação, são desenhos que pessoas fazem de algum tipo de série/anime/game/mangá/filme&#33;<br />
<br />
Fanzine:<br />
<br />
Fanzine é uma abreviação de fanatic magazine, mais propriamente da aglutinação da última sílaba da palavra magazine (revista) com a sílaba inicial de fanatic.<br />
<br />
Fanzine é, portanto, uma revista editada por um fan (fã, em português). Trata-se de uma publicação despretensiosa, eventualmente sofisticada no aspecto gráfico, dependendo do poder econômico do respectivo editor (faneditor). Na sua maioria é livre de preconceitos, e engloba todo o tipo de temas, com especial incidência em histórias em quadrinhos (banda desenhada),ficção científica,poesia,música, feminismo, vegetarianismo, veganismo, cinema, jogos de computador e vídeo-games, em padrões experimentais.<br />
<br />
Também se dedica à publicação de estudos sobre esses e outros temas, pelo que o público interessado nestes fanzines é bastante diversificado no que se refere a idades, sendo errónea a ideia de que se destina apenas aos jovens, ainda que estes sejam concretamente os que mais fazem uso desse meio de comunicação.<br />
<br />
================================================================<br />
The End<br />
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Espero que tenham gostado ^^]]></description>
                    <wfw:commentRss>http://home.animespirits.net/artigos/2007/11/11/diferenciando-fanfics-fanarts-e-fanzines/comentarios.xml</wfw:commentRss>
                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[A História do Anime]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2007/07/12/a-historia-do-anime/</link>
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                    <pubDate>Thu, 12 Jul 2007 10:22:40 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>~Hachi</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<div align="center"><img src="http://uploads.animespirits.net/artigos/26773,1184260960.jpg" alt="" width="350" height="378" border="0" /></div><br />
O anime surgiu no Japão derivado ao sucesso dos manga. Claro que já existiam “desenhos” no Japão muito antes, mas estes eram pintados em madeira e com um outro nome: “Ukiyo-e”. O Manga só surgiu no século XX.<br />
O anime teve influências da arte “Ukiyo-e”, e do Manga, mas a sua principal influência foram decididamente os desenhos animados da Disney, que estavam a dar os seus primeiros passos, o que influenciou os primeiros estúdios de anime no Japão, isto em finais da década de 40, princípios da década de 50.<br />
<br />
Aproveitaram o design gráfico, no entanto onde sempre se distinguiu foi nas histórias tipicamente Japonesas, principalmente sobre a cultura ancestral Japonesa como é exemplo o anime de 1958 “Hakuya Den”, ou de 1959 “Anju to Zushiomaru”.<br />
Também se começou a criar animes de fantasiosos como é o caso “Shonen Sarutobi Sasuke”, que tinha partes históricas, assim como magicas. Aqui começou a mistura da realidade japonesa com a fantasia, muitas vezes baseadas em lendas Shintoístas ou Budistas.<br />
<br />
O primeiro anime de sucesso a surgir seria “Tetsuwan Atom” (mais conhecido por Astro Boy), isto em 1963, tento sido feitos 193 episódios, o que foi um feito para a época.<br />
Surgiram outros animes com algum sucesso, como o foram “Gigantor”, ou “Speed Racer”, mas foi na década de 70 que começaram a aparecer vários sucessos, que levaram o anime até aos EUA (na Europa demoraria mais tempo), como o foram “Robotech”, “Space Battleship Yamato”, “Manzinger”, “Devilman”, “Alps no Shojo Heidi”, “Lupin III”, inclusive começou a mistura entre animes, como é o caso de “Mazinger Z Vs Devilman. Assim o anime tinha começado a sua conquista dos EUA, que demoraria algum tempo, mas que hoje em dia se pode notar em força com um grande número de eventos de anime e manga dos EUA.<br />
<br />
É na década de 80 que começa a conquista da Europa pela animação oriental, com sucessos nunca esquecidos, e alguns dos maiores sucessos de sempre, como o foram: “Dragon Ball”, “Voltron”, Saint Seiya”, “Mobile Suit Gundam”, “Urusei Yatsura”, “Kimagure Orange Road”, “Captain Tsubasa”. Surgiu a explosão da qualidade e quantidade de filmes animados, como foi o caso dos vários filmes dos Studios Ghibli” como “Kaze no Tani no Nausicaa”,Vampire Hunter D, ou “Tenku-no Shiro Rapyuta”, e o aumento da qualidade pode-se notar em mega produções como foi o caso de “Akira” de “Otomo Katsuhiro”, em que além de um clássico, lançou definitivamente o anime como um artigo de qualidade, capaz de ultrapassar os comics americanos, ou a banda desenhada belga “Hergé”.<br />
<br />
Efectivamente o que sempre distinguiu o anime da restante animação, foi a qualidade das suas histórias. Os heróis são muitas vezes trágicos (nem sempre saem vencedores, ou até vivos), e a tendência para o cataclismo do planeta presente em muitos animes como “Akira”, são características que puxaram cada vez mais os fãs, aliando ao grafismo da animação, influenciado pela Disney (como disse no principio do artigo), tornou-os mais apelativos. Quem é que não fica deslumbrado com os olhos grandes das personagens, e com um visual perfeito, ou seja, não há defeitos na cara, ou no corpo, excepto quando postos de propósito para dar o efeito de carácter. É curioso que os personagens bons têm sempre os olhos grandes e redondos, e os maus os olhos pequenos, tal e qual os olhos dos Japoneses.<br />
Há outra característica curiosa no anime: O facto de serem quase sempre as mulheres as heroínas, o que é completamente o inverso da cultura japonesa, que só agora começou a abrir caminho para a igualdade por entre sexos. Talvez o anime tenha sido uma influência positiva para este facto.<br />
<br />
A década de 90 foi a mais produtiva e a que tornou o anime num fenómeno mundial, e que conquistou o mercado da animação, ultrapassando totalmente os comics americanos.<br />
Também trouxe uma nova realidade, as convenções de anime/manga, que se expandiram por toda a Europa e como pelo mundo, conseguindo muitas vezes ultrapassar eventos de “Star Trek”, e criando laços especiais entre os fãs de anime, que efectivamente, tornaram o anime cada vez mais poderoso. "Infelizmente" isto levou à realidade japonesa do “Otaku”, que para quem não conheça, aconselho a ler o bom artigo de André Pereira, presente neste site.<br />
Em termos de animes, esta década trouxe-nos sucessos como o “Dragon Ball Z”, “Rurouni Kenshin”, “Néon Génesis Evangelion”, “Cowboy Bebop”, “Ranma ½”, “Sailor Moon”, “Vision of Escaflowne”, “Trigun”, “Card Captor Sakura”, ou os filmes que tiveram um grande sucesso, como “Ghost in the shell”, “Ninja Scroll”, “Princess Mononoke”, entre muitos outros filmes de sucesso. Nota-se neste período um aumento de qualidade da animação, como se pode observar em “Cowboy Bebop” ou em “Brain Powerd”, como também uma aposta cada vez maior nas Ost&#39;s (original sound tracks), que já vêm dos anos 80, mas que nesta década é muito mais evidente como se pode verificar em séries como “Saber Marionette J”, ou “GTO”. Assim uma união cada vez mais forte entre a J-Music e o anime, duas vertentes da cultura japonesa que se tem afirmado internacionalmente.<br />
<br />
<br />
Houve também um novo fenómeno que surgiu em 1997, o Pokémon, que conquistou o mercado de forma ainda mais rápida que o “Dragon Ball Z”. Devido aos video jogos tornou-se um dos “produtos” com maior lucro de sempre, que veio de "mãos dadas" com uma nova realidade, que considero infeliz: Uma menor aposta na qualidade dos enredos, e mais em séries que demoram muito tempo, e que produzam lucros o mais elevados possível, como é o caso de Pokémon ou Digimon, em que basta inventar novos "bonecos" para existirem mais episódios. Ou seja, é uma série que parece não ter fim, e o fim será súbito, dependendo do seu sucesso.<br />
<br />
A Internet é outra realidade que apareceu no final da década de 90, que permitiu uma maior expansão do anime, principalmente com o surgimento de Fansubs. Estas permitiram que muitos animes que não saíam do Japão, ou que saíam tardiamente pudessem chegar mais depressa à Europa e aos EUA, para além do facto de ter permitido a existência de comunidades cada vez maiores de fãs de anime, que pudessem falar entre si, independentemente do seu local. Eu estando em Portugal, posso falar com alguém no Japão em tempo real.<br />
Desta forma, a informação sobre anime chega mais facilmente, o que permitiu um maior conhecimento, disponível para todos que tenham um PC e ligação à Internet.<br />
<br />
Por fim, falando da década actual, não vou aqui falar dos animes, pois não me é possivel referir quais são os maiores sucessos de uma década que não acabou. Mas posso afirmar que a realidade vivida no Japão, em termos de anime, é de uma estagnação de qualidade. Há uma cada vez maior repetição de séries de sucesso e uma aposta cada vez menor em séries experimentais. As companhias começaram a apostar só em apostas seguras.<br />
Devo dizer que há algumas excepções, como o foram “Noir”, “Saikano”, ou “Last Exile”,”Full Metal Alchemist” entre outras.<br />
<br />
A aposta actual é em séries como Inuyasha, Naruto, One Piece, Digimon, Yu-gi-oh, ou seja, séries com muitos episódios, com boas audiências, e que fiquem assim muito mais caras de adquirir (quantos mais episódios, mais DVD’s, mais dinheiro), e que mesmo com qualidade (eu até gosto muito destas séries), a verdade é que muitos episódios são só para “encher”&#33;<br />
Espero que esta realidade mude, senão teremos uma crise que pode afectar os estúdios, e logo pode afectar-nos. Também existe o problema da perseguição ao anime, que se observa na Espanha, a que eu chamo “A nova Inquisição”: Ao não perceberem a cultura japonesa, associações de país estão agora a atacar o anime como sendo demasiado brutal para os seus filhos. E pois claro que é. Afinal de contas, muitas das series são destinadas a adultos e não para crianças. Eu não aconselho um miúdo de 10 anos a ver “Boogiepop Phantom”, ou “Shutendoji”, ou “Hellsing”.<br />
<br />
<br />
<br />
]]></description>
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                <item>
                    <title><![CDATA[O Kimono]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2007/07/09/o-kimono/</link>
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                    <pubDate>Mon, 09 Jul 2007 05:00:48 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>~Hachi</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<div align="center"><img src="http://uploads.animespirits.net/artigos/26531,1183982448.jpg" alt="" width="150" height="182" border="0" /></div><br />
A forma tradicional da roupa japonesa é chamada Wafuku. Esta pode ser dividida nas seguintes categorias de roupa:<br />
<br />
Kimono - Significa simplesmente algo para se usar (vestir).<br />
Yukata – Kimono de verão<br />
Nagajugan – Roupa interior<br />
Acessórios de roupa - Obi, sapatos, meias, etc.<br />
Haori – Casacos curtos de seda<br />
Michiyuki - Sobretudo<br />
Hakama – Calças Japonesas<br />
Uchikake – O Kimono mais formal<br />
Shiro-maku – Kimono de Casamento<br />
<br />
Este artigo estuda em pormenor o Kimono, apesar das outras peças serem igualmente bonitas e essenciais quando se usa o Kimono.<br />
<br />
O Kimono é um dos símbolos da cultura japonesa mais conhecidos e admirados em todo o mundo. Usado desde há muito tempo, foi o berço de grandes mudanças da sociedade e da cultura nipónica dos vários períodos.<br />
<br />
<br />
A origem…<br />
<br />
Antes do ano 794, mais precisamente no período Yamato os Kimonos eram peças separadas, superiores e inferiores, e chamava-se Kinubakama.<br />
<br />
No Período Heian (794-1192), ocorreu uma simplificação das roupas utilizadas por pessoas comuns, embora a nobreza mantivesse os trajes extremamente formais, como o Junihitoe, que as mulheres vestiam durante as cerimónias. O Junihitoe é muito colorido e bem elaborado, composto por doze vestes em que cada camada mostra o mistério de cada Kimono. A família imperial usava até dezasseis camadas.<br />
<br />
Entre 1185-1133, durante o período de Kamakura, os Kimonos não sofreram muita alteração pois foi um período de grandes conflitos. Prevaleceu e durante este perí¬odo o Kosode (luva pequena) foi introduzido ao Kimono.<br />
<br />
Durante o período Edo (1603-1868), começou-se a definir o estatuto pela roupa que se vestia, ou seja, pelo Kimono. Como consequência, as manifestações artísticas foram feitas através do mesmo, começando por usar cores brilhantes e os samurais as cores respectivas dos seus líderes.<br />
<br />
De 1853 a 1912 (período Meiji), a marinha dos E.U.A. aportou em Tokyo. O início da indústria e comércio do Japão foi aberto ao mundo ocidental. Foram introduzidas roupas ocidentais, mas apenas no período Showa (1926-1989) é que foram reconhecidas. Também o facto das mulheres japonesas começarem a trabalhar fora de casa e a roupa ocidental ser mais cómoda contribuiu para a sua quase completa extinção. Neste período desenvolveram-se técnicas de competição com máquinas de tecido importadas do oeste. Os tecidos de outras partes do mundo eram compradas para confeccionar o Kimono e peças de vestuário em geral. Durante a Era Taisho, de 1912-1926, Tokyo sofreu um terrí¬vel terramoto destruindo muitas residências, levando consigo muitos dos Kimonos antigos.<br />
<br />
Na era Showa, de 1926-1989, o governo japonês diminuiu a produção de seda para suportar o acumúlo militar. Os vários estilos de Kimono tornaram-se menos complexos e o material foi conservado. Após a Segunda Guerra Mundial e com a economia do Japão a recuperar gradualmente, o Kimono tornou-se mais adaptável e foram produzidos em quantidades relativamente maiores. A moda europeia e americana foi se repercutindo e os designers do Kimono foram deixados de lado, mas a sua forma permaneceu a mesma.<br />
<br />
<br />
Actualmente…<br />
<br />
Hoje em dia, o Kimono é usado raramente como roupa diária. Em cidades grandes, como Tokyo, por vezes é possível visualizar pessoas desfilando com este traje, provavelmente indo a caminho de uma reunião mais formal.<br />
<br />
Uma mulher japonesa possui geralmente um único tí¬pico Kimono, chamado Furisode que é usado para comemorar a sua maioridade (quando atinge os 19 anos). Os rapazes nesse dia usam um Sahaori.<br />
Apenas mulheres solteiras usam o Furisode.<br />
<br />
Uma mulher casada usa um Tomesode, que tem mangas mais curtas e é decorado apenas na metade inferior. Um Tomesode colorido pode ser usado em ocasiões formais. Para casamentos e ocasiões especiais, os Kimonos são geralmente alugados.<br />
<br />
O homem, tal como a mulher, raramente usa o Kimono, sem ser para festivais ou reuniões formais. As grandes diferenças entre o Kimono de Homem e de Mulher são as mangas, o cinto (Obi) e as cores, pois são mais escuras e menos coloridas no Homem.<br />
<br />
Quando uma criança nasce, se for rapariga, é vestida com uma peça íntima branca e um brilhante Yuzen ou um Kimono colorido. Se for um rapaz, usará um Kimono preto com o símbolo da família.<br />
<br />
<br />
As crianças também costumam usar Kimonos no Shichi-go san. Este, é um evento que ocorre no Japão no dia 15 de Novembro, e homenageia os rapazes de 3 a 5 anos e as raparigas de 3 a 7 anos. Os pais levam os seus filhos, vestidos da melhor maneira, a um templo ou catedral especial onde registam o seu nascimento. As crianças recebem um saco com doces cor-de-rosa chamados "doce de mil anos," que pressupõe boa sorte e vida longa. São oferecidos às crianças, cães de brinquedo de cores preta e branca com grandes olhos e coleira vermelha. São considerados guardiães que trazem boa sorte.<br />
<br />
Um dos Kimonos mais bonitos é os do casamento (Shiro-maku). Apesar da influência ocidental, o casamento tradicional ainda é muito procurado. O Kimono personifica a disposição para o sacrifício de desejos pessoais, característica desejável na cultura japonesa que prefere a obediência à independência.<br />
<br />
"Se durou até hoje é porque tem algo especial aí. Isso mostra que os japoneses valorizam o belo."<br />
<br />
Estilista Ryuji Nishiwaki]]></description>
                    <wfw:commentRss>http://home.animespirits.net/artigos/2007/07/09/o-kimono/comentarios.xml</wfw:commentRss>
                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[Otakus indignados&#33;]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2007/06/19/otakus-indignados/</link>
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                    <pubDate>Mon, 18 Jun 2007 20:00:04 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>~QUEENRJ</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[Não sei se todos aqui tiveram a oportunidade de assistir ao programa Fantástico, exibido pela Tv Globo no último domingo. <br />
 Foi veiculada uma reportagem contando a história de um casal de adolescêntes que fugiu de casa após ter o namoro proibido entre eles.<br />
 A emissora conduziu a reportagem dando a entender que a causa dessa "rebeldia" dos meninos foi o seu fascínio por animes e cosplays. <br />
Pessoalmente considero absurda essa associação e como fiquei à par de um movimento de repúdio a essa espécie de preconceito e porque abomino qualquer manifestação de ignorância, resolvi publicar aqui esse artigo e aproveito para divulgar a comunidade para as pessoas que queiram aderir a esse movimento.<br />
<br />
Convido todos os membros a participarem da comunicade Otakus vs preconceito. Essa comunidade foi criada em protesto a reportagem que foi ao ar no fantástico, sobre a fuga de dois adolescentes de casa e na qual o programa responsabiliza claramente o universo anime e a prática do cosplay pelo ocorrido. Vamos nos mobilizar quanto a isso, não podemos permitir que o público em geral fique com essa idéia deturpada e absurda do que é o universo anime e de seus fãs.<br />
<br />
<a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=34376792&amp;amp;refresh=1" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Comunidade</a><br />
<br />
Convido também a assinarem uma Petição que fizeram contra a Tv Globo para que esse tipo de absurdos não venham mais a ocorrer<br />
<br />
<a href="http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?7bfh55yb" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Petição</a> <br />
<br />
Link da reportagem da Tv Globo: <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM690129-7823-UNIVERSO+ANIME+INSPIRA+FUGA+DE+NAMORADOS,00.html" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Universo Anime Inspira Fuga de Namorados</a> ]]></description>
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                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[Fansubs de mangás (Fandom): Uma oprganização pelos fãs e leitores.]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2007/05/16/fansubs-de-mangas-fandom-uma-oprganizacao-pelos-fas-e-leitores/</link>
                    <comments>http://home.animespirits.net/artigos/2007/05/16/fansubs-de-mangas-fandom-uma-oprganizacao-pelos-fas-e-leitores/#comentarios</comments>
                    <pubDate>Wed, 16 May 2007 08:11:01 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>@Karol</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<b>Por: Karol</b><br />
<br />
Segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Wikipédia</a>&nbsp;:<br />
<br />
"<b>Fansub</b> é uma palavra de origem inglesa, formada da contração de <i>fan</i> (fã) com <i>subtitled</i> (legendado), ou seja, <b>legendado por fãs</b>. Hoje a palavra é de uso amplo também em português, especialmente entre fãs de anime."<br />
Embora genericamente um fansub possa ser qualquer trabalho em outra língua legendado por fãs para sua própria língua, a palavra basicamente foi criada para indicar trabalhos de legenda de desenhos animados japoneses para o inglês.<br />
<br />
Sentindo a necessidade de animes legendados em inglês, fãs norte-americanos, normalmente estudantes universitários, começaram a eles mesmos, sem autorização dos detentores dos direitos autorais, realizar trabalhos amadores de legenda de desenhos japoneses. Esses trabalhos ficaram conhecidos com fansubs e aqueles que os realizam como <b>fansubbers</b>.<br />
<br />
Segundo consta, o primeiro fansub a se tornar popular foi o <b>Arctic Animation</b> (Canadá), que legendou em inglês dois animes muito populares na década de 80: <b>Maison Ikkoku</b> e <b>Kimagure Orange Road</b>. <br />
O vídeo era de baixa qualidade, as reproduções que eles faziam piores ainda e a tradução estava longe de ser perfeita, mas, ausentes alternativas e tendo em vista a qualidade das séries originais, se disseminaram nos círculos universitários de forma respeitável.<br />
<br />
Em língua portuguesa, os primeiros fansubs foram feitos em 1996, no Brasil, quando Antonius Kasbergen, em Brasília, fundou o <b>BaC - Brasil Anime Club</b>. Inicialmente o BaC apenas distribuia cópias de fansubs norte-americanos, mas posteriormente começou a realizar seus próprios fansubs, em língua portuguesa. A primeira série legendada pelo BaC foi Ah&#33; My Goddess (série de OVA em 6 episódios).<br />
Posteriormente, ainda na era analógica, surgiram outros fansubbers, como o <b>Shin Seiki Anime</b>, no Rio Grande do Sul e o <b>Lum&#39;s Club</b>, em São Paulo.<br />
No início de 2001, surgiu o <b>DaC - Digital Anime Club</b>, sendo o primeiro fansuber inteiramente digital conhecido a fornecer no formato 100% DVD (DVD-Video) em Curitiba.<br />
Hoje, os fansubs são digitais utilizando codecs como o DivX, e mais recentemente MPEG-4 (h.264), sendo mais fáceis e baratos de realizar, ajudando no processo.<br />
Os fansubbers tradicionalmente seguem um código comum de ética. Historicamente, os pontos chave foram:<br />
1. Os fansubbers <b>não visam lucro</b>, logo, não vendem seus animes traduzidos. Por isso muitos fansubs contêm o aviso "Anime feito por fãs para fãs, não venda ou alugue".<br />
2. <b>Só trabalham com animes não licenciados em seus países</b>, quando um anime é licenciado em seu país o fansubber pára de legendar o anime. Uma exceção é feita quando o licenciador pretende editar o conteúdo pesadamente sem liberar uma versão sem cortes.<br />
3. Como o trabalho feito pelos fansubs não visa lucro algum, não há dia nem data para a saída de um episódio.<br />
A distribução ocorre via internet, geralmente em redes de IRC, BitTorrent e outros programas de trocas de arquivo P2P e também por trocas em DVD/CD-R onde as pessoas trocam seus animes entre si, quando a pessoa não tem animes ou a outra pessoa já tiver os mesmos animes que a outra tem a troca é feita por midias virgens.<br />
A reprodução dos animes é feita pelo PC ou DVD de Mesa, Hoje em dia com os fansubbers digitais e a distribuição pela internet os animes são "encodados" encode visando a melhor qualidade e o menor tamanho.<br />
<br />
<b>Atentando aos fansubs de mangás:</b><br />
<br />
Mais conhecidos estes como "Fandom" eles executam umtrabalho de tradução de mangás. Não existem fontes precisas de informações sobre quem iniciou esta tarefa, mas sabe-se que surgiu juntamente dentro dos tradicionais fansubers de anime.<br />
<br />
No Brasil, o que se sabe é que com a ascensão dos animes legendados houve o crescimento dos mangás traduzidos que eram feitos em conjunto com os fansubers de Anime.<br />
<br />
A pouco tempo esta atividade vem sendo separada: anime pra um lado e mangá para o outro.<br />
<br />
Hoje temos alguns grupos conhecidos no Brasil de tradução exclusiva de mangás para o português como os grupos <a href="http://shiken.ejapan.com.br/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Shiken Mangá</a>  (Possui muitas séries que ainda não foram publicadas aqui), <a href="http://www.omanga.net/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">O Mangá</a> ( Grupo que se dedica à tradução de mangás alternativos e darks), <a href="http://www.sakura-crisis.net/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Sakura Crisis</a> (possui muitas coisas alternativas, estilo yaoi, trabalhos para miores de 18 anos.), <a href="http://www.akutenshi.com/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Aku Tenshi</a> (famoso por traduzir os mangás de DNAngel), <a href="http://www.yuuwatase.org/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Watase Sorai</a> ( Site dedicado aos títulos de Watase Yuu, criadora de Fushigi Yuugi), <a href="http://www.mangadream.org/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Mangá dream</a> (site de tradução de shoujos famosíssimos assim como uma parte totalmente dedicada à Tanemura Arina, criadora de Full Moon Wo Sagashite),<a href="http://mangascansbr.dojobr.net/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Mangá Scans BR</a> (grupo conhecido por traduzir X-1999).<br />
<br />
Da mesma forma que os fansubs de anime, eles distribuem seus trabalhos pela internet gratuitamente de títulos não licenciados em seu país.<br />
<br />
<b>O trabalho dentro de um Fandom:</b><br />
<br />
Para que uma traduçaõ de mangá seja lançada por esses grupos, geralmente o mesmo capítulo passa pelas mãos de quatro ou cinco pessoas.<br />
<br />
O trabalho dentro dos grupos é dividido da seguinte forma, na maioria das vezes:<br />
<br />
<b>Administrador</b><br />
Geralmente essa não é uma função muito bem definida. O administrador ou "dono" do fansubber é um membro comum, que trabalha igual aos outros. Caso ele só mande e não faça nada, os outros vão ficar irritados. A maior dificuldade em "administrar" é que lidar com pessoas não é uma tarefa fácil, e o administrador precisa ter uma postura razoável, não expressar revolta ou desmotivação para não contagiar a equipe, e saber se dirigir aos outros.<br />
<br />
<b>Raw-hunter</b><br />
É a pessoa que procura os raws ou scans originais dos mangás, para todos do fansubber utilizarem. Não é uma tarefa fácil, e geralmente exige que a pessoa entenda japonês ou outras línguas. Esse trabalho também pode ser feito por um raw-ripper que more no Japão. Sem o trabalho dele, o fansubber fica impossibilitado de começar qualquer coisa.<br />
<br />
<b>Raw-Cleaner</b><br />
É a pessoa que limpa as raws originais, ela apaga as falas dos balões e onomatopéias, optimiza as imagens para o Editor fazer seu trabalho.<br />
<br />
<b>Tradutor</b><br />
É o responsável pela tradução do mangá. Deve conhecer amplamente expressões idiomáticas, às vezes precisa fazer pesquisas em enciclopédias, e precisa de muito comprometimento. Se o trabalho dele for falho ou feito às pressas, a consistência da tradução fica comprometida.<br />
<br />
<b>Revisor</b><br />
É o responsável pela revisão tradução do mangá. assim como o tradutor deve conhecer amplamente expressões idiomáticas, às vezes precisa fazer pesquisas em enciclopédias, e precisa de muito comprometimento. Lê o script palavra por palavra, corrigindo possíveis erros de digitação, gramática, acentuação, pontuação, regência, concordância... Não preciso dizer que ele deve ser um ótimo conhecedor da língua portuguesa.<br />
<br />
<b>Editor</b><br />
É o responsável pela edição do mangá. Ele deve possuir conhecimentos de edição de imagem e transcrever nos balões as falas traduzidas e as onomatopéias. Criatividade e dedicação são pontos chave&#33;<br />
<br />
<b>Quality checker</b><br />
Lê o mangá quase que pronto, atentando para erros e incoerências (em todas as etapas da produção do subber, tais como tradução, edição, e todas as outras mais...), e emite um tipo de "relatório". Se encontrar erros, ele fica responsável por relatar o problema a quem o criou, e ajuda o mesmo a corrigir, segundo, é claro, o bom-senso. Uma boa seqüência sugerida é, caso um erro seja encontrado:<br />
1 - O Quality Checker deve reportar o erro ao responsável; 2 - O erro deve ser corrigido; 3 - O anime vai ser reencodado, na mais nova versão; 4 - Deve ser feito um novo quality checking.<br />
<br />
<b>Webmaster</b><br />
Cuida do site, servidores, fórum e tracker. Precisa conhecer programação de web. Ele fica responsável pela "interface" do fansubber com os usuários. Um detalhe a acrescentar é que o servidor do site não é de graça. O fansubber paga por ele.<br />
<br />
<b>Bot/Host providers</b><br />
Fica responsável por conseguir os bots para distribuir os animes no canal de IRC ou por links diretos. Muitas vezes os fansubbers pagam do próprio bolso os bots. E eles são muito caros. Para você ter uma idéia, um bot custa em média R&#036;345,00/mês.<br />
<br />
Assim consiste o trabalho em um fandom ou fansuber de mangás para que tudo chegue ao fã na melhor forma possível. Lembre-se sempre disso todas as vezes que baixar um anime ou mangá traduzido em seu PC ou antes mesmo de reclamar da demora nos lançamentos de um grupo.<br />
Espero que o artigo tenha sido proveitoso.]]></description>
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                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[Ler pode ser uma aventura]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2006/12/21/ler-pode-ser-uma-aventura/</link>
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                    <pubDate>Thu, 21 Dec 2006 10:30:18 -0800</pubDate>
                    <dc:creator>~Neyki</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[O objetivo do presente texto é levar você, leitor, a refletir sobre o que é leitura na e para sua vida, seja pessoal ou profissional.<br />
Ao iniciar este &#8220;jogo de letrinhas&#8221; no papel, comparei a leitura com uma aventura. Ah, o que tem a ver? Se você encara aventuras como algo que nunca se sabe o que pode acontecer quando se empreende, posso afirmar para você, que ler é uma aventura, desde que você esteja disposto a fazê-lo de uma maneira que lhe permita sentir prazer, começar a ler se aventurando nas linhas e entrelinhas da escrita, afinal quando iniciamos uma leitura a página seguinte é sempre uma desconhecida que aos poucos vai se fazendo conhecer.<br />
Ler pode ser uma aventura porque de certa forma causa alguma expectativa( vou gostar ou não, qual será a desse autor, o que isso tem a ver comigo...), conhecimento( afinal , você vai descobrir o desconhecido), além de lhe proporcionar uma viagem ao imaginário, mesmo que seja uma leitura técnica, com fins de estudo, só depende de você  deixar que isto aconteça.<br />
Pode ser que você não esteja concordando comigo, mas se você discorda ( ou concorda) com o que escrevi até agora, ótimo, você está alcançando um dos objetivos de qualquer leitura, o leitor não só recebe sentidos do texto como também lhe atribui sentidos, ele dialoga com o autor.<br />
Aqui está um dos grandes &#8220;baratos&#8221; de ler - a possibilidade de conhecer e entender o significado que um autor dá ao que escreve, versus a possibilidade do leitor de ao interpretar tal significado, aceitá-lo ou atribuir um novo, você já imaginou quantos novos significados podem surgir a cada nova leitura de cada novo leitor? Isto é a verdadeira aprendizagem - se sentir capaz de dialogar com quem escreveu.<br />
Ler pode ser uma aventura, se você estiver disposto a aventurar-se pela leitura, assumir uma postura questionadora, buscar entender o que o autor quis dizer, formar uma opinião a respeito. Você não é obrigado a gostar do que vai ler, só porque é um clássico, de que todos falam bem.<br />
Se você acredita que conhecimento é algo inesgotável, que quanto mais se sabe, mais se tem a saber, busque diversificar sua leitura, mesmo em livros técnicos que vão dizer as mesmas coisas procure notar que um autor consegue explicar melhor o que um outro deixou você confuso, isto já é uma postura em relação a leitura.<br />
Reafirmo que ler, dispor-se a fazê-lo só depende de você e que não acontece de uma hora para outra. A disponibilidade e o querer aprender é de cada um subjetivamente. Ler, na tentativa de adquirir conhecimento é aventurar-se, é buscar dialogar com o conhecimento que está posto, para novas descobertas.<br />
Reflita sobre isto leitor e boa aventura ou melhor boa leitura.<br />
<br />
<br />
Neyki<br />
]]></description>
                    <wfw:commentRss>http://home.animespirits.net/artigos/2006/12/21/ler-pode-ser-uma-aventura/comentarios.xml</wfw:commentRss>
                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[A propagação dos animes e mangás em  Portugal&#33;]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2006/11/24/a-propagacao-dos-animes-e-mangas-em-portugal/</link>
                    <comments>http://home.animespirits.net/artigos/2006/11/24/a-propagacao-dos-animes-e-mangas-em-portugal/#comentarios</comments>
                    <pubDate>Fri, 24 Nov 2006 07:21:21 -0800</pubDate>
                    <dc:creator>~ice-and-fire</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[Bem pessoal, vou falar-vos sobre a propagação do Anime/Mangás em portugal...<br />
<br />
O primeiro anime a ser distribuido em portugal foi os Cavaleiros do Zodiaco e teve um grande sucesso sobre as sobre os rapazes. (os cavaleiros do zodiaco foram lançados em portugal em 1987 acho eu)).<br />
Logo a seguir vieram Dragonball (em 1987) e Sailor Moon (em 1992), foi mais dois grandes sucessos do anime em portugal (em portugal a raparigas ficaram doentes quando viram as suas heroinas de sailor moon a morrer e todas as mães ligaram para para a estação de televisão a pedir a continuação do anime)<br />
Depois chegou a portugal um montão de animes:<br />
Super Campeões (Captain Tsubasa) (1993)<br />
Doraemon (1993)<br />
Saint Tail (1996)<br />
Pokemon (1997)<br />
Digimon (1998)<br />
CardCaptor Sakura (1999)<br />
Neon Genisis Evangelion (1999)<br />
Cyber Team in Akihabara (2000)<br />
Doremi (2004)<br />
Shaman King (2005)<br />
entre outros...<br />
<br />
Mas o mangá não teve muito sucesso em portugal.... A Unica vez que vi uma mangá em portugal foi da Sailor V, KareKano, Sailor Moon S e Pokemon...]]></description>
                    <wfw:commentRss>http://home.animespirits.net/artigos/2006/11/24/a-propagacao-dos-animes-e-mangas-em-portugal/comentarios.xml</wfw:commentRss>
                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[Cosplay: mais que uma fantasia.]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2006/11/21/cosplay-mais-que-uma-fantasia/</link>
                    <comments>http://home.animespirits.net/artigos/2006/11/21/cosplay-mais-que-uma-fantasia/#comentarios</comments>
                    <pubDate>Tue, 21 Nov 2006 12:40:56 -0800</pubDate>
                    <dc:creator>@Karol</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<div align="center"><i>"Como surgiu, o que é realmente um cosplay e como fazer."</i></div><br />
<br />
<div align="center"><i>Por: Karol</i></div><br />
<br />
<br />
Para muitas pessoas, <b>cosplay</b> é apenas vestir a fantasia de algum personagem, mas é muito mais do que isso.<br />
Segundo a famosa <a href="http://pt.wikipedia.org/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Wikipédia</a>, <i>"<b>Cosplay</b> é uma atividade que surgiu nos Estados Unidos da América em convenções de Star Trek e Star Wars, mas rapidamente se espalhou pelo mundo todo, especialmente em eventos e encontros de anime e mangá, respectivamente as animações e quadrinhos japoneses. Outros dizem que começou na Comiket, famosa convenção realizada há anos no Japão. A palavra é uma junção de duas outras: <b>costume </b>(fantasia) + <b>play</b> (brincar). Ou seja, o <b>cosplayer</b> se caracteriza como um personagem de algum livro, mangá, jogo ou filme que queira homenagear; representa a personalidade deste; e em alguns eventos pode até mesmo competir com outros <i>cosplayers</i> em concursos, embora o grande barato e diversão sejam a exposição e o contato social gerado dentro do ambiente."</i><br />
Essa mania hoje está espalhada pelo mundo todo. Um hobby como outro qualquer, porém um hobby que permite a você tornar-se seu personagem favorito por um dia. A grande diversão do cosplay começa desde a idealização da fantasia até a apresentação e interpretação do personagem nos concursos.<br />
A grande concentração de cosplayers atualmente no Brasil está nas convenções de animês, mangás e games. Essa é uma área que vem ganhando mais e mais simpatizantes.<br />
Numa brincadeira entre amigos e alunos este ano, comecei e fiz meu primeiro cosplay e digo, é tão divertido que feito uma vez você não conssegue mais parar&#33; Sempre tem vontade de fazer outro&#33;<br />
Para fazer o seu cosplay você precisa, primeiramente ter em mãos: o personagem, várias gravuras dele de todos os ângulos, muita informaçaõ sobre ele como sua perssonalidade e o enrredo da série assim como dinheiro para fazer a fantasia.<br />
Geralmente, o próprio cosplayer constrói a sua fantasia, ou procura uma loja ou pessoa especializada para que faça. Se você mesmo for construir a sua fantasia, fique sempre atento aos detalhes das roupas e acessórios. Se você não tiver conhecimentos de corte e costura, procure alguém que saiba ou sua fantasia será um desastre&#33; Se possível, leve essa pessoa junto com você para a escolha do tecido para a confecção da roupa.<br />
Se seu cabelo é curto e escuro e o personagem possui o cabelo longo e verde, vá até uma loja especializada (fantasias ou cabelereiro) e compre uma peruca, caso você não possua tanto dinheiro para isso, detenha-se em elaborar o personagem que tenha o cabelo mais parecido com o seu. Isso também vai economizar muito dinheiro&#33; Já que algumas perucas são cerca de 40% do valor total da fantasia.<br />
As armas, cetros, colares... Tudo isso também é importante&#33; Você vai possuir duas escolhas: ou faz você mesmo ou procure uma loja especializada. Uma dica é para caso você mesmo queira confeccionar seus acessórios, procure alguns cursos de artesanato, neles você pode adquirir alguns conhecimentos básicos que o auxiliarão em muito na confecção. Outra coisa que pode ajudar é pedir a ajuda de um professor primário. Isso mesmo&#33; Não leu errado&#33; Os de educação infantil (pré-escola) são os melhores&#33; Pois sempre estão preparando lembrancinhas e fantasias para alunos em suas apresentações, eles tem um dom especial para esse tipo de coisa&#33; Digo por experiência própria&#33; Professores fazem maravilhas com fantasias&#33;&#33; Principalmente os de escola pública que possuem pouco material e sempre precisam usar muita criatividade para fazerem coisas belíssimas com poucos recursos&#33;<br />
Procure orientação de um cosplayer veterano se for possível, ele pode ajudá-lo, as vezes o personagem desejado por nós não cai muito bem em nosso aspecto físico, mas não precisamos ficar tristes&#33; Existem inúmeros outros muito legais por aí que caem como uma luva&#33;<br />
Se for participar de apresentações, leia os mangás, livros, assista a série. Fique atento a oralidade dos perssonagens, falas, frases que eles costumam usar. Imitar a voz do dublador também é muito bom&#33; Se você consseguir será demais&#33; Ensaie com um espelho e ajuda de amigos a entonação de voz, falas e posições, andar do personagem, algum tique ou mania que ele possui. Quanto mais parecido melhor&#33;<br />
<b>Fazer um cosplay não é simplesmente fantaziar-se mas sim encarnar o personagem do qual está transfigurado</b>. (No momento da apresentação, pois no restante do tempo já é demais&#33;)<br />
Nunca confunda realidade com fantasia. <b>Você é o perssonagem à partir do momento em que está no evento com um microfone na mão na frente de todos, depois disso você deve ser apenas você vestido de uma forma diferente</b> ou não passará de um "prego" ou pessoa inconveniente e infantil enchendo a paciência dos outros.<br />
Algumas pessoas se empolgam e esquecem disso e as vezes fazem alguma besteira que acaba com o evento para todo mundo, como querer se atirar de uma pilastra e voar como o "<i>Superman</i>".<br />
Sempre tenha os pés no chão e nunca deixe a empolgação subir à cabeça, pois o verdadeiro cosplay sempre atenta para isso.<br />
<br />
<br />
]]></description>
                    <wfw:commentRss>http://home.animespirits.net/artigos/2006/11/21/cosplay-mais-que-uma-fantasia/comentarios.xml</wfw:commentRss>
                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[Existe receita para uma fanfiction de sucesso?]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2006/11/08/existe-receita-para-uma-fanfiction-de-sucesso/</link>
                    <comments>http://home.animespirits.net/artigos/2006/11/08/existe-receita-para-uma-fanfiction-de-sucesso/#comentarios</comments>
                    <pubDate>Wed, 08 Nov 2006 06:26:01 -0800</pubDate>
                    <dc:creator>@Karol</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<div align="center"><i>Existe receita para uma fanfiction de sucesso? Essa pergunta assola vários ficwriters na atualidade. Receita não existe, mas o que existe são dicas que podem ajudar em muito o desenvolvimento de uma boa fiction.</i></div><br />
<br />
<div align="center"><i><b>Por Karol - Admin. Canal Fanfics.</b></i></div><br />
<br />
<br />
Segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fanfic" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Wikipédia</a> , "<i><b>Fanfic</b> é a abreviação do termo em inglês “Fan fiction”, ou seja, “ficção criada por fãs”. Em outras palavras, trata-se de contos ou romances escritos por quem gosta de determinado filme, livro, história em quadrinhos ou quaisquer outros meios de comunicação.</i>"<br />
Partindo deste princípio básico, as fictions são histórias, sem fim comercial ou lucrativo, escritas por fãs utilizando personagens e universos ficcionais que não foram criados por eles.<br />
<br />
Com a popularização da internet são inúmeros os sites e até mesmo blogs que se dedicam a tal atividade, tornando-a assim mais conhecida.<br />
Escrever fictions é algo muito agradável, nelas o fã pode dar a sua visão à estória ou novos rumos à trama, não um manual passo a passo de como criar uma fiction de sucesso, apenas alguns conselhos que podem ajudar em muito na produção.<br />
<br />
Antes de começar a escrever sua fiction, é de extrema importância criar o <i>disclaimer</i> ou descrição.  Resuma em poucas linhas parte da trama principal da história sem revelar sua conclusão.<br />
<br />
Deixe uma nota expressando que a fiction não possui nenhum fim lucrativo e que aqueles personagens não lhe pertence. É importante, que se possível, essa nota seja expressa no corpo da fiction, assim deixando bem claro que você não está agindo de má fé com o autor original.<br />
<br />
Leia e pesquise sobre os personagens e o enredo original, assista aos filmes leia os livros, mangás e tudo o que puder para ter informações concretas e reais para embasar sua trama sem correr o risco de criar algo cabuloso e sem nexo.<br />
<br />
Respeite os limites do enredo impostos por você, não faça um sapo de uma hora para outra tornar-se um cantor de pagode sem ter uma explicação lógica e coerente para isso. Nunca deixe seu leitor a ver navios. Conclua sempre seus argumentos lançados e situações na trama.<br />
<br />
Cuidar da ortografia é algo importantíssimo também&#33; A boa escrita torna o texto apreciável. Um errinho ou outro por digitação é perdoável, mas o que ocorre geralmente é o leitor começar a ler uma fiction e em um único parágrafo o ficwriter assassinou completamente todos os membros da Academia de Letras e prometeu mais cinco para a morte&#33;<br />
<br />
Pode ser dramática essa minha exposição para tal fato, mas a cada cem fictions que entram no Canal Fanfcis, por exemplo, cerca de vinte são "legíveis". Muitos não respeitam nem as regras simples que são ensinadas nas séries iniciais da educação infantil. Quando o cidadão aprende traçar e decodificar suas primeiras letrinhas ele também aprende que letra maiúscula sempre deve ser usada após o ponto final e ponto parágrafo assim como em nomes próprios, por exemplo. A acentuação e a pontuação também tornam o texto compreensível e melhor apresentável ao leitor.<br />
<br />
Afinal, sejamos francos, ninguém aqui lê até o final do primeiro parágrafo de uma fiction cujo autor não atenta ao mínimo do seu censo de ridículo expondo um texto de grafia esdrúxula ao leitor&#33;<br />
<br />
Cada gênero é voltado para um determinado público alvo. Detenha-se a apresentar seu texto para esse público. Exemplo, os smiles, caretinhas, “pontinhos e frufruzinhos” são ótimos recursos para fictions como no caso das comédias. É muito estranho ler um drama ou qualquer outro enredo de tendência séria onde o texto encontra-se impregnado de emocticons. Além de estar fora de contexto, este é um indicativo de que o escritor não toma o mínimo de cuidado na composição da trama.<br />
<br />
Use artifícios de vocábulo, use os sinônimos, não fique repetindo os mesmos termos constantemente. Tente ser autêntico&#33; Evite <i> clichês</i> e jargões. Também não é legal usar elementos da escrita de outros ficwriters, crie a sua própria&#33; Seja diferente&#33; Um exemplo, nas fictions do <a href="http://aoshi_.animespirits.net/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Aoshi_</a>, ele utiliza a expressão “<i>...o vento fazia redemoinhos...</i>” para descrever um fenômeno natural. Coisa bacana&#33; Eu (<a href="http://karol.animespirits.net/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Karol</a>) utilizo “<i>...olhos de âmbar...</i>” para me referir aos olhos do Inuyasha e de Sesshoumaru (personagens de Humiko Takahashi). Mais bacana ainda será se <b>você criar outro modo de explicar</b> o mesmo fenômeno, sem transcrever na sua fiction “<i>...o vento fazia redemoinhos...</i>” pois esta é uma marca do Aoshi_, crie a sua&#33; Seja autêntico&#33; Pois se alguém ler sua fiction e ver “<i>olhos de âmbar</i>” vai lembrar da Karol e não de você&#33; Sem contar na vergonha que você poderá passar com comentários do tipo:” <i>...a Karol (ou o Aoshi_) escreve assim, você não tem criatividade não?...</i>”<br />
<br />
Use sua criatividade&#33; Exercite sua mente&#33; Leia muito&#33; Um bom escritor é acima de tudo um ótimo leitor&#33; Aprenda a pensar, construir argumentos e os expor de forma clara.<br />
<br />
Histórias incríveis nascem apenas de mentes incríveis e isso só se adquire com muita leitura e estudo. <b>Gostar de escrever não o torna um escritor.</b> Esse é um exercício diário de humildade e aprendizagem onde você deve corrigir seus erros e sempre buscar o melhor de si.<br />
<br />
<b>Não implore por comentários.</b> Se sua fiction for boa ou ruim e <b>se o leitor sentir a necessidade de se expressar ele fará isso de livre e espontânea vontade.</b> Não seja um ficwriter mendicante. Não existe coisa pior do que isso&#33; Esse tipo de atitude demonstra a sua insegurança e falta de confiança no seu trabalho. Quando alguém chega pedindo para comentar, o leitor já vai meio desconfiado para a leitura. A fiction até mesmo pode ser boa, mas a atitude do seu escritor a desqualificou.<br />
 As pessoas expressarem suas opiniões sobre a sua fiction trata-se de uma espécie de “termômetro natural”, se alguém leu sua fiction sem você ter que implorar por isso é porque algo nela a chamou atenção e você já vai saber que está indo no caminho certo&#33;<br />
Agora, se passar muito tempo, mas muito tempo mesmo, e ninguém deixar um único comentário, desista&#33; Não adianta inssistir&#33; Algumas pessoas não nascem para escrever, talvez você possa se dar melhor em outras atividades. Não perca seu tempo insistindo em algo que não lhe convém.<br />
<br />
Para você ter uma opinião expressa e matar sua curiosidade em saber como sua fiction está aos olhos dos outro, peça para um Beta Reader fazer isso&#33; Afinal de contas, é para isso que eles estão por aí&#33; Para dar a primeira opinião e auxiliar o autor.<br />
<br />
No momento, o AnimeSpirit não possui Beta Reader, cabe então ainda contar com a ajuda de algum amigo mais chegado à você fazer isso.<br />
<br />
Como eu já havia dito, esses são conselhos. Minha avó sempre dizia que “...se conselho fosse bom era vendido.” Mas ela também dizia “se conselho fosse ruim, ninguém procurava tanto por eles.”<br />
<br />
Reflita sobre eles e tente ser um ficwriter melhor após fazer isso.]]></description>
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                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[Compra de DVD’s e CD’s pela internet, um risco iminente e ignorado]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2006/10/02/compra-de-dvds-e-cds-pela-internet-um-risco-iminente-e-ignorado/</link>
                    <comments>http://home.animespirits.net/artigos/2006/10/02/compra-de-dvds-e-cds-pela-internet-um-risco-iminente-e-ignorado/#comentarios</comments>
                    <pubDate>Mon, 02 Oct 2006 08:16:57 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>~Neyki</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[Hoje em dia buscamos a comodidade para tudo, evitamos ao máximo sair de casa e queremos que tudo venha a nós, mais até quando essa comodidade ou mordomia é segura?<br />
Como nosso interesse em comum são animes, vou me ater a esse gênero. Em muitos sites, se oferece saga completa dos nossos animes preferidos por preços bem accessíveis, já que um episódio em dvd original, por exemplo, custa até quatro vezes ou mais, que o preço de um pirata com vários episódios.<br />
Até ai tudo bem, nós logo nos encantamos com a idéia de ter todos  que queremos e pagar um valor mais em conta, mais não pensamos no perigo por de trás disso. Além da lesão moral, de pagar e não receber ou receber com defeito, existe um risco maior, recentemente todos nós tivemos noticia de falsos seqüestros, onde meliantes em regime carcerário, simulam o seqüestro de pessoas e conseguem extorquir contias exorbitantes da família, aí vem a pergunta, mais de onde conseguem o telefone e endereço dessas pessoas?<br />
Uma das maneiras que eles usam para isso são as fichas cadastrais que preenchemos em vários sites, quando fazemos encomendas, nessas fichas damos todos nossos dados completos, mais quem garante a idoneidade dessas pessoas e como sabemos que outras pessoas mal intencionadas não têm acesso a esses dados&nbsp;?<br />
Por isso ressalto aqui a importância de se tomar cuidado antes de se expor. Muitas vezes buscamos um barato que nos sai muito caro.<br />
Sugiro que quando quisermos comprar algo busquemos sites dos quais temos boas referências. O shopping AnimeSpirit mesmo indica vários que tem boa procedência.<br />
É claro que nem todos temos condições de estar sempre adquirindo originais que obviamente são mais caros.<br />
Mais é legal comprar original e valorizar o trabalho de tantas pessoas envolvidas na produção dos animes que tanto apreciamos, quanto mais incentivo, melhor a qualidade e disposição para produção.<br />
Então se queremos o melhor, vamos fazer a nossa parte e dar uma força para os produtores e todos os demais profissionais envolvidos e tentar sempre adquirir um produto original, dizendo não a pirataria estamos garantindo que sempre teremos ótimos animes para nosso deleite.<br />
<br />
<br />
<br />
Neyki<br />
<b>]]></description>
                    <wfw:commentRss>http://home.animespirits.net/artigos/2006/10/02/compra-de-dvds-e-cds-pela-internet-um-risco-iminente-e-ignorado/comentarios.xml</wfw:commentRss>
                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[Censura e Preconceito]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2006/10/01/censura-e-preconceito/</link>
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                    <pubDate>Sat, 30 Sep 2006 19:57:34 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>~Danny-onesan</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[	Esses são dois temas que são muito discutidos entre os otakus. A censura imposta pelos canais de tv  à alguns animes e o preconceito que muita gente tem (muitas vezes os próprios pais) em relação aos mangás e animes.<br />
	Não foram apenas nem uma, duas ou três vezes. Já foram muitas às vezes em que algum anime que está passando na tv aberta ou fechada é interrompido devido a censura imposta pelo governo. Um exemplo disso é o anime Inuyasha, que passava na tv aberta (globo) e foi censurado sem mais nem menos. Um dia, o anime apenas deixou de passar. Na tv fechada não foi censurado, mas passa de madrugada; 24:00h, 1:00h. E isso não acontece só com os animes. Madagascar é um exemplo de desenho que foi um grande sucesso nos cinemas e que a censura imposta, foi 12 anos. Mas como um desenho, com o objetivo de atingir o público infantil, deixou uma parte de fora das salas de cinemas se não estivessem acompanhados dos responsáveis? Simples. Quando o órgão governamental assistiu o desenho para avaliar a censura constatou que havia indução ao uso de drogas (êxtase). Vocês devem estar se perguntando: como assim? Quem assistiu o desenho viu que, em certa parte, o personagem principal (Alex) leva um tiro de dardo e fica “fora desse mundo”, começa a fantasiar devido à dosagem de tranqüilizantes que havia no dardo. Ele começa a ver tudo colorido, se mexendo, desforme, fica doidão. Bom, para os excelentíssimos lá em cima é indução ao consumo de drogas (como se uma criança de 9 anos soubesse o que isso significa).<br />
	Mas e as novelas que passam na tv aberta? Os caras simplesmente fecham os olhos, afinal a globo é muito poderosa. Antes da novela começar eles colocam a censura, como se criança fosse estar dormindo 21:00h. Nessas novelas que passam as 20:00h e começam as 21:00h têm violência, sexo, consumo de drogas, homicídios... E por aí vai. A nudez já é algo quase totalmente liberado.<br />
	Outra coisa que me deixa muito extressada é o preconceito que muita gente tem em relação aos animes e mangás. Muita gente já deve ter ouvido frases como estas: “você ainda lê gibi (mangá)?”, “vê se cresce e para de ver desenho (anime)”, entre outras. É muita sacanagem ficar falando que anime e manga é assunto de criança. Tá certo que existem aqueles bem bonitinhos, em que todos vivem felizes para sempre, ou não fazem sentido nenhum que a gente vê quando é criança. Mas nem todos são assim. Vocês sabem do que eu estou falando. Quem viu a série inteira de Chrno Crusade sabe que aquilo não é nenhum pouco infantil.<br />
	Muita gente também acha que gibi e mangá é tudo a mesma coisa. Só que um é feito no Brasil e o outro no Japão, um lê normal e o outro de trás pra frente.<br />
	Nós temos que mudar o conceito errado das pessoas em relação aos animes e aos mangás, e fazer muito barulho em questão a censura nesse país. Tanta corrupção e os excelentíssimos vão torrar a nossa paciência com a censura -_-<br />
]]></description>
                    <wfw:commentRss>http://home.animespirits.net/artigos/2006/10/01/censura-e-preconceito/comentarios.xml</wfw:commentRss>
                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[Liberdade de expressão X proteção à criança e adolescente]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2006/09/02/liberdade-de-expressao-x-protecao-a-crianca-e-adolescente/</link>
                    <comments>http://home.animespirits.net/artigos/2006/09/02/liberdade-de-expressao-x-protecao-a-crianca-e-adolescente/#comentarios</comments>
                    <pubDate>Sat, 02 Sep 2006 14:39:02 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>=Gemini-Angel</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<div align="justify">O governo brasileiro, através da <a href="http://www.mj.gov.br/classificacao/portaria%201100.htm" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Portaria n° 1.100</a>, de 14 de julho de 2006,  publicada no DOU nº 138, quinta-feira, 20 de julho de 2006, regulamentou o exercício da Classificação Indicativa de diversões públicas.<br />
<br />
A classificação indicativa resulta do equilíbrio entre o direito à liberdade de expressão e o dever de proteção absoluta à criança e ao adolescente, podendo ser representado em sua dinâmica de relações por esta figura:</div><br />
<br />
<div align="center"><img src="http://img103.imageshack.us/img103/1032/balancaxt7.jpg" alt="" border="0" /></div><br />
<br />
<div align="justify">A Portaria deixa bem claro que a Classificação Indicativa é de natureza informativa, e será exercida pelo Ministério da Justiça nos termos da legislação, segundo critérios de sexo e violência descritos no Manual de Classificação Indicativa aprovado pela Portaria nº 8, de 6 de julho de 2006, da Secretaria Nacional de Justiça. Segundo o texto da Portaria, ela refere-se especialmente às obras audiovisuais destinadas a cinema, vídeo, dvd, jogos eletrônicos, jogos de interpretação (RPG) e congêneres.<br />
<br />
Onde ficam nossas fanfics nessa portaria? Não há nenhuma regulamentação que se refira especificamente a elas, mas a palavra <b>congêneres</b> no texto da portaria dá margem a diversas interpretações, e elas podem ser facilmente enquadradas nos dispositivos da Lei a partir de uma correlação com os RPG, e as que são publicadas na internet, mais ainda.<br />
<br />
A divulgação da classificação é de responsabilidade do produtor e do distribuidor, portanto, quando a <b>+Karol</b> tem sido insistente sobre a classificação, não tem feito nada mais do que chamar os autores à sua responsabilidade. Se por um lado esta classificação é de natureza informativa, por outro, o ECA garante os direitos da criança e do adolescente em relação a esta temática, prevendo punições para quem os descumprirem.<br />
<br />
Antes que uma classificação seja atribuída, a obra deve ser analisada a partir de um conjunto diverso e complementar de indicadores estruturados e ordenados, juntos e ponderados, esses indicadores - da existência de sexo e violência - ajudam a construir um relato fidedigno do objeto analisado, permitindo assim que a indicação etária corresponda às propostas da obra e ao público buscado pelo produtor. Este método de análise, que é um procedimento lógico, possui três etapas claramente definidas e integradas: <a href="http://gemini_angel.animespirits.net/jornal/992/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">descrição fática, descrição temática e gradação.</a> A combinação das descrições fáticas, temáticas e da gradação é fundamental para se definir a adequação ou inadequação constatada, base da justificativa para a classificação.<br />
<br />
São itens de avaliação: violência, conteúdo sexual, cenas envolvendo drogas, situações constrangedoras, linguagem, elementos de adequação. O que se avalia não é somente a presença deles, mas de que forma são abordados, reconhecendo a necessidade de discussão destes temas em todas as faixas etárias, mas de forma construtiva, o que se daria através dos chamados <a href="http://gemini_angel.animespirits.net/jornal/993/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">elementos de adequação.</a><br />
<br />
<i>A Classificação Indicativa fundamenta-se na análise de dois grandes conjuntos de temas - Violência e Sexo -, além do sub-tema Drogas. O modelo adotado leva em conta as chamadas “inadequações”. Ou seja, os profissionais que analisam as obras audiovisuais voltam seu olhar para conteúdos potencialmente inadequados a crianças e adolescentes com base nessas três temáticas.<br />
<br />
Parece evidente a importância de se analisar cuidadosamente a presença de conteúdos violentos, com conotação sexual ou que tragam situações envolvendo o uso e o abuso de drogas. Isso porque se a classificação for feita, por exemplo, com base em concepções muito limitadas de violência corre-se o risco de deixar de lado a análise de questões importantes, como as diversas formas de violência psicológica e/ou simbólica e a exposição das minorias políticas a situações humilhantes, constrangedoras ou degradantes.<br />
<br />
Além disso, nem todos os tipos de conteúdo violento - assim como os de conotação sexual ou que envolvem o consumo de drogas - podem ser analisados da mesma forma, até porque nem sempre passam uma mensagem “inadequada” para o segmento infanto-juvenil. Em um conteúdo dirigido para adolescentes, há muita diferença entre uma abordagem que trate o sexo de maneira absolutamente casual e sem maiores desdobramentos - isto é, de forma a banalizá-lo - e uma abordagem que abre espaço, por exemplo, para a discussão das doenças sexualmente transmissíveis, do uso de preservativos ou dos riscos de uma gravidez indesejada. Assim, é essencial que sejam considerados, no momento da classificação, os conteúdos ditos “positivos” - ou seja, as adequações. Uma cena com conteúdo fortemente prejudicial para crianças e adolescentes, não pode ser analisada fora do contexto da obra em foco.</i> (Manual da Classificação Indicativa  pp.  9-10)<br />
<br />
O texto original mostra que não é objetivo da Classificação mascarar ou fugir de temas que precisam ser discutidos em nossa sociedade, mas lidar com as diversas formas de fazer essa discussão. Por isso, está tão explícita a necessidade de avaliar o contexto da obra, analisar a cena no conjunto da obra, para só então proceder a Classificação a partir dos conteúdos. Uma mudança radical, decorrente deste novo modelo é aplicada às obras de animação, que por serem de fácil identificação como algo irreal e fantasioso, têm seu conteúdo violento atenuado. E, apoiado por uma contribuição da Psicologia do Desenvolvimento, seria uma contribuição para que a criança possa, distinguindo o real do imaginário, exercer sua necessidade de atos fora de padrões (pode-se comparar ao papel dos Contos de Fadas).</div><br />
<br />
<div align="center"><b>As categorias</b></div><br />
<br />
<div align="justify"><b>Especialmente recomendado para crianças e adolescentes</b>: são as obras que além de não trazerem inadequações, contenham predominantemente os conteúdos contextualizadores e/ ou positivos. <br />
<br />
<b>Livre</b>: Obras que não tragam inadequações e/ou discussões sem contexto, desde que não contenham os elementos determinantes para a recomendação da programação à idades superiores a 10 anos.<br />
<br />
<b>10 anos</b>: <a href="http://gemini_angel.animespirits.net/jornal/994/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Consultar critérios</a><br />
<br />
<b>12 anos</b>: <a href="http://gemini_angel.animespirits.net/jornal/995/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Consultar critérios</a><br />
<br />
<b>14 anos</b>: <a href="http://gemini_angel.animespirits.net/jornal/996/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Consultar critérios</a><br />
<br />
<b>16 anos</b>: <a href="http://gemini_angel.animespirits.net/jornal/997/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Consultar critérios</a><br />
<br />
<b>18 anos</b>: <a href="http://gemini_angel.animespirits.net/jornal/998/" rev="nofollow" target="_blank" class="link">Consultar critérios</a></div><br />
]]></description>
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                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[Até que ponto ser um "otaku" torna-se uma patologia?]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2006/08/16/ate-que-ponto-ser-um-otaku-torna-se-uma-patologia/</link>
                    <comments>http://home.animespirits.net/artigos/2006/08/16/ate-que-ponto-ser-um-otaku-torna-se-uma-patologia/#comentarios</comments>
                    <pubDate>Wed, 16 Aug 2006 17:49:20 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>@Karol</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<div align="center"><i>Até que ponto ser um "otaku" torna-se uma patologia?</i></div><br />
<i>Por Karol</i><br />
<br />
Com esta questão, desejo abrir a discussão abordada neste artigo que vos apresento.<br />
A palavra <b>"Otaku"</b> em sí já carrega um peso semântico enorme. Não se entra em conssenso com uma definição concreta, mas em sua maioria esta vem sendo utilizada como algo pejorativo.<br />
Segundo artigo publicado no site <a href="http://amci.amcinfo.net/index.php?link=otaku" rev="nofollow" target="_blank" class="link">AMCI</a> <i>"Para os japoneses, cuja cultura a qualquer fãn de anime interessa, esse termo chega a ser depreciativo e ninguém se quer intitular de &#39;otaku&#39;, e muito menos, ver-se ligado a esse termo, devido ao cariz de anti-social e obcessivo que o termo acarreta, e chega mesmo a ser considerado como insulto."</i> <br />
Ressalto aqui que para os japonêses um otaku não é somente o adorador de animê/mangá, mas toda pessoa que possui uma obsseção ou compulsividade a qualquer coisa&#33;<br />
Todavia, com o processo de globalização e a exportação dos animês/mangás para outros países, muito se perdeu deste sentido da palvra.<br />
Como o mesmo site disse:<i>"... para um ocidental, um &#39;otaku&#39; é aquele que "curte à brava de anime e manga" e gasta fortunas em material diverso, venerando a sua colecção e a dos outros e que nunca está satisfeito com a sua lista ... no entanto, nada têm a ver com o significado real japonês de otaku, pois duvido que tenham essa desordem psico-sociologica (pois é mesmo uma desordem) Fica portanto, à consideração de cada um.."</i><br />
A controvérsia inicia-se já no processo de tentativa de definição do exato termo.<br />
Como diz já um antigo ditado:"O louco grita aos quatro cantos que é Napoleão, mas não assume estar doente nunca&#33;". <br />
Partindo deste princípio, devemos tomar cuidado e policiar nossas atitudes para que não nos tornemos psico-sociológicamente desequilibrados.<br />
O problema maior é saber quando a coisa pode tornar-se algo de cunho clínico.<br />
Toda e qualquer pessoa, independente de ser ou não fã de animê/mangá pode apresentar os tipos de características aqui descritas, mas não necessáriamente a pessoa possa ser um "desequilibrado" por possuir alguma delas, ela apenas merece buscar ajuda de um profissional para opinar sobre o assunto.<br />
Assim como tudo o que é bom pode nos tornar obssessivos por ele: doces, games, música, esportes, coleções, etc...<br />
A coisa começa a se complicar quando a pessoa passa a quebrar uma rotina de vida anteriormente mantida em detrimento de tais hábitos, no caso dos Otakus, os animês/mangás e coisas relacionadas à esta esfera.<br />
Existem vários relatos de pessoas que cometeram loucuras mundo à fora por conta de uma obssessão: roubaram, passaram necessidades, ficaram enfermos, prostituíram-se e até mesmo mataram ou tentaram suicídio.<br />
Isso tem-se tornado muito freqüênte no meio dos fãs de animê/mangá.<br />
<b>Lembrando aqui que isso não acontece somente com obssessivos por mangá/animê, mas com qualquer outro tipo de objeto de veneração. Porém aqui desejo discutir apenas o perfil do obssessivo por animê/mangá.</b><br />
O obssessivo isola-se completamente da vida social que conhecemos, ele não fala com as pessoas (de carne e osso, não as do msn&#33;), não possui amigos, vive sempre, até mesmo em tempo integral, em sua casa e dispende grande parte do seu tempo em atividades relacionadas a sua veneração. Ele, muitas vezes, penssa e age conforme o universo que o objeto venerativo está inserido, ele fala, veste-se e age como se fosse parte disso, como se fosse um perssonagem de mangá/animê.<br />
Pode passar necessidades financeiras e fisiológicas como fome e ficar doente para poder consseguir obter coisas que estão relacionadas à este universo, artigos promocionais, DVD, revistas, CD, etc.<br />
Enfim, a vida do obssessivo resume-se a satisfazer sua sagassidade pelo objeto de veneração.<br />
Assim como o dependente químico que entra em colapso sem a droga, o "otaku" entra em colapso sem o animê/mangá e elementos relacionados a este (revistas de animê/mangá, bonecos de perssonagens, artigos promocionais das séries, assistir a série ou ler o mangá...). Se a pessoa já possuir alguma pré tendência ao desequilíbrio e desenvolver uma patologia ela poedrá ser tão capaz de atrocidades como o dependente químico, tais como roubar, matar e morrer pela satisfação do vício.<br />
<b>Nem todo fã de animê e mangá é um obssessivo.</b> Mas se a pessoa possuir já tendências para a obssessividade, pode vir à ser um, independente de ser fã de animê/mangá ou não.]]></description>
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                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[Sailor Moon: Favor e Contra&#33;]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2006/07/29/sailor-moon-favor-e-contra/</link>
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                    <pubDate>Sat, 29 Jul 2006 03:51:05 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>~ice-and-fire</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[Este artigo servira para mostrar as pessoas os aspectos positivos e negativos que a Sailor Moon apresenta.<br />
<b>Aspectos Positivos:</b><br />
Ajuda as pessoas a distinguir o bem do mal.<br />
Ajuda a compreender que o mal nunca vence.<br />
Ajuda a criar laços de amizade.<br />
Ajuda a compreender que o que conta é o interior das pessoas.<br />
Ajuda a perceber que as pessoas más também merecem o perdão.<br />
Ajuda a acreditar nas pessoas que nos rodeia.<br />
Ajuda a ser generosas e simpaticas com as pessoas (qualidade da Serena).<br />
<br />
<b>Aspectos negativos:</b><br />
Ajuda a criar vinculos lesbianos.<br />
Demasiada fantasia.*<br />
Ajudar as pessoas a ficarem fanaticas por anime.<br />
Distorção da realidade que vivemos.**<br />
<br />
Bem são estes os aspectos que queria salientar, sobre a serie de anime:<br />
<b><i><u>Sailor Moon</u></i></b><br />
<br />
*Houve um caso concreto, em que uma fã, num festival de Cosplay, que se atirou de um prédio, pensando que podia voar como a Eternal Sailor Moon. ^^"<br />
**Não existe na realidade monstros, demónios ou espiritos.]]></description>
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                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[DVD de Final Fantasy VII – Advent Children]]></title> 
                    <link>http://home.animespirits.net/artigos/2006/07/25/dvd-de-final-fantasy-vii-advent-children/</link>
                    <comments>http://home.animespirits.net/artigos/2006/07/25/dvd-de-final-fantasy-vii-advent-children/#comentarios</comments>
                    <pubDate>Tue, 25 Jul 2006 08:37:24 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>~Akito</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[Lançado primeiro para locação, agora a Sony Pictures Home Entertainment traz para as lojas de todo o Brasil a animação Inédita nos cinemas Final Fantasy VII – Advent Children, em versão dupla, no dia 16 de agosto. São 101 minutos da nova aventura do herói Cloud, que volta ao convívio social depois de uma nova ameaça para a humanidade. Baseado no jogo de sucesso, o DVD traz o especial Lembranças de Final Fantasy no disco 1, e Cenas Excluídas, Especial Festival de Veneza, Making Off, trailers e a apresentação Preliminar dos jogos Final Fantasy VII. Confira os detalhes:<br />
<br />
 <br />
<div align="center"><img src="http://img164.imageshack.us/img164/8043/060620ff7adventqb4.jpg" alt="" border="0" /></div><br />
 <br />
<br />
Gênero: Animação / Ficção Científica<br />
<br />
Elenco: Takahiro Sakurai, Ayumi Ito<br />
<br />
Duração: 101 min<br />
<br />
Ano de produção: 2005<br />
<br />
Classificação indicativa: 12 anos<br />
<br />
 <br />
<br />
Sinopse<br />
<br />
Continuando a história baseada no jogo de sucesso de PlayStation® FINAL FANTASY VII, dois anos se passaram desde que as ruínas de Midgar permanceream como um atestado dos sacrifícios realizados para que a paz fosse mantida. Entretanto, o mundo irá enfrentar em breve uma nova ameaça. Uma misteriosa doença está se espalhando rapidamente. Antigos inimigos estão ativos. E Cloud, que se afastou da vida de herói para viver em solidão, deve se apresentar mais uma vez.       <br />
<br />
 <br />
<br />
Apresentações Especiais<br />
<br />
 <br />
<br />
DISCO 1<br />
<br />
Masterizado em Alta Definição<br />
<br />
Formato de Tela do Filme: Widescreen<br />
<br />
Idiomas do Filme: Japonês e Inglês (ambos 5.1 Dolby Digital)<br />
<br />
Legendas do Filme: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Mandarim, Cantonês, Coreano e Tailandês<br />
<br />
Menus Interativos em Português, Inglês, Espanhol, Chinês e Coreano<br />
<br />
Lembranças de Final Fantasy<br />
<br />
Seleção de Cenas<br />
<br />
 <br />
<br />
DISCO 2<br />
<br />
Cenas Excluídas<br />
<br />
Especial Festival de Veneza<br />
<br />
Making Of<br />
<br />
Trailers de Cinema<br />
<br />
Apresentação Preliminar dos jogos Final Fantasy VII ]]></description>
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                 </item>
                <item>
                    <title><![CDATA[O poder feminino em CDZ]]></title> 
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                    <pubDate>Thu, 13 Jul 2006 14:30:25 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>~Shunrei-Suyama</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[<div align="center">O Poder Feminino em Cavaleiros do Zodíaco</div><br />
<br />
<br />
<div align="center">Lutando ou não, são elas que têm o verdadeiro poder em Cavaleiros do Zodíaco. Por elas, eles movem montanhas, lutam, despertam seus sétimos sentidos, choram, dão suas vidas e descobrem a força da amizade e do amor. Olha que para fazer um cara passar por tudo isso é preciso muito poder&#33; Vamos nos lembrar de algumas das grandes heroínas dos Cavaleiros:<br />
<br />
<br />
SAORI KIDO<br />
<br />
Tem menina morrendo de inveja dela. Afinal, ela é a razão de ser de 88 Cavaleiros, sendo que cinco deles andam “grudados” nela como sombras. Quando criança, SAORI era uma típica garotinha rica, mandona e metida, mas à medida que foi amadurecendo, foi se transformando numa pessoas amiga e dedicada. Ao descobrir que era a reencarnação de Atena, SAORI desperta um cosmo mais poderoso que o próprio sétimo sentido, mas o usa apenas para a defesa e para a cura, nunca para atacar (daí a razão de ela precisar dos Cavaleiros). Inspirando a paz e tendo de zelar pelo bem da humanidade, o trabalho de SAORI não tem fim. O mais dedicado e apaixonado de seus defensores é com certeza o SEIYA. O engraçado é que, antes de descobrir que SAORI era Atena, ele não se dava muito vem com ela. As coisas mudam na vida, não?...<br />
<br />
SHUNREI<br />
<br />
O grande poder de SHUNREI é o amor e a dedicação incondicional que tem por SHIRYU. Ela foi abandonada nas Montanhas de Ro e adotada pelo Mestre Ancião. Cresceu junto com SHIRYU, sendo criados como irmãos pelo Mestre, formando uma família à qual SHIRYU se apegou muito. SHUNREI é toda a diferença entre a vitória e a derrota na vida de SHIRYU, tendo sido a força e o caminho de que ele precisou nas horas mais difíceis. Quando SHIRYU ficou cego, SHUNREI cuidou dele dia e noite. Lutando contra Máscara da Morte, SHIRYU foi trazido de volta à vida pelas orações de SHUNREI, e, quando ela foi atacada, o Cavaleiro de Dragão ficou possesso e despertou o seu sétimo sentido&#33; Realmente, só ela conseguiria tornar SHIRYU mais poderoso do que já era – e tem muita menina que adoraria estar no lugar dela...<br />
<br />
ESMERALDA<br />
<br />
O rosto dela está gravado no coração de IKKI como se tivesse sido esculpido numa rocha. Sem ESMERALDA, mesmo o forte e valente IKKI não teria conseguido sobreviver ao cruel treinamento na Ilha da Rainha da Morte. Além da amizade e do carinho, IKKI tinha mais uma razão para gostar dela: ESMERALDA era a cara do SHUN. Ela arriscava o próprio pescoço todas as vezes que is ver IKKI e cuidar de seus ferimentos, pois se seu pai (o Mestre da Ilha) descobrisse que o ajudava, com certeza a mataria.<br />
<br />
Além de ter sido umas das poucas pessoas que conseguiram ver o lado gentil e delicado de IKKI, ESMERALDA o ajudou a tornar-se um Cavaleiro, alimentando sua esperança e seu bem-querer. Foi a dor de perdê-la que fez IKKI tornar-se mais forte que seu próprio Mestre,mas também fez com que ele se revoltasse contra tudo e todos. As lembranças de ESMERALDA, associadas ao carinho de SHUN e a amizade dos demais Cavaleiros, transformaram IKKI num nobre guerreiro.<br />
<br />
A MÃE DO HYOGA<br />
<br />
Mãe é mãe: isso ninguém discute. E existe poder maior do que o amor de uma mãe? A mãe do Cavaleiros de Cisne é um exemplo de amor abnegado. Para ajudar e proteger seu filho, ela não pensou duas vezes em dar seu próprio lugar para ele, nos poucos salva-vidas do navio em que estavam, durante o naufrágio em que acabou morrendo. Por mais que as lembranças de sua mãe atrapalhassem HYOGA alcançar seu sétimo sentido, a gente chega a dar razão a ele por ser sentimental daquele jeito. E quando HYOGA teve que enfrentar Camus, o Cavaleiros de Aquário, novamente a sua mãe da outra demonstração de seu amor: à beira da morte, HYOGA até se sente confortado pela idéia de ir para onde estão seu Mestre, o Cavaleiro de Cristal, a quem considera como um pai, e sua mãe. Ao ver HYOGA correndo em sua direção, no outro mundo, a mãe lhe diz para não vir, pois ainda tinha muitas coisas a realizar na vida. Bem se vê de quem HYOGA puxou a determinação. <br />
<br />
JUNE<br />
<br />
A bela amazona de Camaleão foi sempre sinônimo de amizade e força moral para SHUN. Desde sua chegada à Ilha de Andrômeda, SHUN encontrou nela uma pessoa amiga, que o entendia e com quem podia conversar. JUNE sempre demonstrou simpatia por SHUN, torcendo por ele nos duelos e cuidando de seus ferimentos. Sabendo que SHUN detestava lutar, mas que isso era inevitável para que reencontrasse seu irmão, JUNE o apóia e o motiva, lembrando-lhe os objetivos que ele quer alcançar. Poderosa e hábil como todas as amazonas, JUNE usa bem o chicote e é o “braço direito” do Cavaleiro de Prata Albiore, o Mestre da Ilha. Depois da morte de Albiore, JUNE se preocupa em avisar SHUN, e tenta impedi-lo de ir ao Santuário, temendo que também fosse morto. Graças a ela, SHUN sempre identificou árida Ilha de Andrômeda como um lar, pois passou a entender que lar é onde moram as pessoas queridas.<br />
<br />
MARIN<br />
<br />
É a poderosa amazona de Águia e é a única amazona oriental no Santuário. Seu cosmo e suas habilidades não deixam nada a dever par qualquer Cavaleiro. Ponderada, gentil, mas exigente em treinamentos, foi ela que moldou SEIYA para ser um grande defensor de Atena. Sempre pronta a defender SEIYA, mesmo arriscando a própria vida, o verdadeiro poder de MARIN vem dessa dedicação por ele, que faz com que seja meio mãe, meio irmã e meio anjo da guarda de SEIYA. MARIN é respeitada por suas habilidades e também por suas qualidades pessoais, principalmente pelo poderoso e gentil amigo Aioria, o Cavaleiro de Leão. Dizem que as mulheres são aliadas naturais e isso pode ser verdade: MARIN sempre teve problemas para se entender com SHEENA, a amazona de Cobra, mas na hora “H”, por causa de SEIYA, uma acabou ajudando a outra...<br />
<br />
SHEENA<br />
<br />
Ela é a prova de que “amor e ódio andam juntos”. Fiel ao perverso Mestre do Santuário, SHEENA era ruim à beca. Hábil e poderosa, ela queria porque queria acabar com SEIYA, ora porque ele tinha visto seu rosto, ora por ele ter vencido seu aluno Cássius, ora por qualquer outro motivo. Aos poucos, percebemos que na verdade ela ama SEIYA, mas quer acabar com ele por achar que seu amor nunca será correspondido. Ela pensa “se não posso ficar com ele não vai ficar com ninguém”. Mas como “quem ama não mata”, na hora “H” SHEENA preferiu arriscar a vida para proteger SEIYA. Êta relacionamento confuso, sô&#33;<br />
<br />
ERI<br />
<br />
A fama de “cara frio” do HYOGA foi por água abaixo com a jovem professora do orfanato da Fundação, ERI. Meiga e amiga das crianças, ERI não pensou duas vezes ao arriscar sua vida para tentar proteger um menino de ser atropelado. Se não fosse HYOGA, a coisa ia acabar em tragédia, mas claro que com isso ele não poderia deixar de reparar nela (Alguma semelhança com sua mãe? Complexo de Édipo?). ERI acabou sendo vítima da malvada Eris, irmã de Ares, o espírito da guerra. Eris se apossou do corpo de ERI para tentar se vingar de SAORI e dos Cavaleiros. E como o HYOGA e os Cavaleiros sofreram para salvar ERI e SAORI&#33; Sob correta inspiração, bem se vê que um Cavaleiro é capaz de fazer milagres...<br />
<br />
MINO<br />
<br />
Amiga de infância de SEIYA, desde pequena sempre foi apaixonada por ele. Na esperança de reencontra-lo, depois que ele foi mandado em treinamento para a Grécia, ela tornou-se professora do orfanato e esperou seu regresso, por ocasião do torneio Guerra Galáctica. O único problema é que SEIYA gosta da MINO apenas como amiga... mas como a “esperança é a última que morre”, a dedicada e gentil MINO espera que um dia SEIYA perceba o quanto ela gosta dele.<br />
<br />
FLAIR<br />
<br />
HYOGA, além de Cavaleiros, prova ser também um cavalheiro em relação a FLAIR, a gentil e bela irmã de Hilda de Polaris. Disposta a tirar a irmã do controle maligno do Anel Nibelungo, FLAIR compra uma briga com os guerreiros-deuses de Asgard e com a própria Hilda ao libertar HYOGA, que estava preso nas masmorras. FLAIR é escoltada por HYOGA para ir ver SAORI e pedir ajuda para salvar Hilda e Asgard. Quando HYOGA foi atacado por Hagen, FLAIR tentou convencer seu antigo amigo e protetor a não matar o Cavaleiro, e entender que o mal estava se apossando de Asgard. Mas Hagen acabou atacando ambos e HYOGA protegeu FLAIR com seu próprio corpo, matando Hagen ao se defender. Bem que FLAIR reparou no leve bronzeado que Cisne tem por viver em lugares ensolarados, mas antes de tudo, HYOGA é um Cavaleiros de Atena...</div><br />
<br />
<br />
FONTE <a href="http://www.abrademi.com" class="link" target="_blank">www.abrademi.com</a> - Cristiane A. Sato<br />
<div align="center">]]></description>
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                <item>
                    <title><![CDATA[Tudo sobre o Shiryu]]></title> 
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                    <pubDate>Thu, 13 Jul 2006 14:20:26 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>~Shunrei-Suyama</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[Shiryu<br />
<br />
 <br />
<br />
Ficha do personagem<br />
Nome: Shiryu Suyama <br />
<br />
Idade: 14 anos <br />
<br />
Altura: 1,72 m <br />
<br />
Peso: 53 kg <br />
<br />
Local de Nascimento: China <br />
<br />
Tipo Sanguíneo: A <br />
<br />
Local de Treinamento: Rozan na China (nos Cinco Picos Antigos)   <br />
<br />
Mestre: Dohko de Libra (Mestre Ancião) <br />
<br />
Status: Cavaleiro de Dragão <br />
<br />
Golpes: Cólera do Dragão (Rosan Sho Ryu Ha): Tem o poder de inverter o fluxo da cachoeira de Rozan. Shiryu só pode realizar este ataque se estiver em condições de reverter o fluxo do seu sangue. O ponto fraco deste ataque é que enquanto Shiryu realiza o golpe, seu coração fica exposto. <br />
<br />
Último Dragão (Rosan Kou Ryu Ha): Golpe de extremo poder. O Mestre diz a Shiryu que esse golpe poderá ser utilizado quando ele alcançar o sétimo sentido e que é capaz de matar até um Cavaleiro de Ouro, porém também destruiria Shiryu e o levaria,junto com seu oponente, para o espaço como uma estrela cadente *XD*. <br />
<br />
Dragão Voador/Nascente (Rosan Ryu Hi Sho): É uma variação mais poderosa do Cólera do Dragão. <br />
<br />
Excalibur: Espada que Shura deu para Shiryu antes de morrer que habita em seu braço. <br />
<br />
Cólera dos 100 Dragões (Rosan 100 Ryu Ha): Este golpe Shiryu só usa nos últimos volumes do mangá, imitando seu mestre Dohko. É lançado com as duas mãos e é o golpe mais poderoso.  <br />
<br />
 <br />
Descrição: <br />
<br />
Shiryu é o mais maduro dos Cavaleiros de Bronze. Ele quase sempre aparece muito confiante em si mesmo, o que tende a ajudá-lo a derrotar seus inimigos. Há algumas especulações de que ele tende a segurar seus socos inconscientemente porque lá no fundo ele realmente não quer machucar ninguém. Shiryu também parece ser o mais inteligente dos Cavaleiros de Bronze, bem como o mais estável. Ele é o melhor amigo de Seiya e é freqüentemente o único que pode convercer Seiya de se segurar quando o impetuoso mais jovem quer atacar. <br />
<br />
<br />
História de Shiryu:<br />
<br />
Shiryu é um órfão que foi adotado pela grande Fundação Kido para treinar e se tornar um Cavaleiro. Nunca conheceu pais, nem parentes. De todos os órfãos, sempre foi o mais calmo, escondendo no entanto um fogoso espírito de combate e uma imensa força e sabedoria. Aos oito anos Shiryu foi enviado para Rozan, nas Cinco Montanhas Antigas. Lá conheceu o Mestre Ancião, Ohko e Shunrei. Foi quando teve o contato com uma família pela primeira vez. Shunrei era neta adotiva de Dohko, e portanto órfã como Shiryu. Já o Mestre Ancião, mesmo misterioso (ele escondia ser o Cavaleiro de Ouro de Libra), era bondoso e atencioso. Ohko também treinava para conseguir a Armadura do Dragão, mas era totalmente o oposto de Shiryu. Enquanto este seguia à risca as lições de seu Mestre, meditando, lendo e treinando em árvores, Ohko só armava confusões e brigas com outras pessoas. Um dia acabou sendo expulso pelo Mestre, mas jurou retornar para lutar contra Shiryu. O treinamento continuou. A última prova para que ganhasse a Armadura do Dragão era inverter o fluxo da água da grande cachoeira. É claro que Shiryu apanhou muito antes de conseguir essa façanha, mas na hora certa fez a água que caía subir na forma de um lindo dragão. Foi assim que ele se tornou o Cavaleiro de Dragão. Logo depois, Mestre Ancião mandou-o para o Japão, a fim de testar o que aprendera na Guerra Galáctica. Obedecendo ao Mestre, Shiryu, acompanhado por Shunrei, encaminhou-se para o Japão, certo de sua vitória e seu imenso poder. Naquela época Shiryu era um poço de convencimento, e para aprender uma boa lição, pegou como primeiro oponente ninguém mais ninguém menos que o Seiya. Descobre-se durante a luta o imenso poder da Armadura de Shiryu, com o Escudo(São poucos os Cavaleiros que conseguem causar algum dano ao escudo que Shiryu usa em seu braço esquerdo. Na série, Mu de Áries o quebra, e mais tarde, Shura de Capricórnio o parte em dois. No primeiro especial, Tazeta Yan, um dos Cavaleiros Fantasma de Éris, o destrói.) e o Punho mais fortes do mundo. Mas como Seiya sempre dá jeito pra tudo, fez com que Shiryu golpeasse com seu punho o escudo e acabou com a gloriosa Armadura do Dragão. No meio da batalha, Shunrei, por ordem do próprio Mestre Ancião, mentiu a Shiryu que ele morria e foi então que as coisa começaram a ficar difíceis para ele. Seiya descobriu o único ponto fraco no golpe Cólera do Dragão, o punho direito da tatuagem do dragão, que aparece toda vez que o cosmo de Shiryu está ao máximo (esse punho direito, visto de frente corresponde ao coração de Shiryu. Em milésimos de segundos, quando ele vai aplicar o Cólera do Dragão, abaixa a guarda para se concentrar no violento ataque, e nestes milésimos de segundo seu coração fica exposto). Já sem a Armadura do Dragão, Shiryu torna-se um alvo vulnerável e quando vai aplicar o golpe certeiro em Seiya, é acertado ao mesmo tempo pelo Cavaleiro de Pégaso. Shiryu cai morto pra fora da arena e Seiya inconsciente do outro lado. Desesperada, Shunrei implora a Seiya que estava sendo levado às pressas para o hospital, que salve Shiryu, pois de acordo com os ensinamentos de Dohko, um Cavaleiro que tenha seu coração parado por outro pode voltar a viver se o mesmo Cavaleiro que o matou lhe der o mesmo golpe do outro lado (ou seja, no punho do dragão), para que o coração volte a bater. Seiya fica comovido com o sofrimento da garota e, mesmo prestes a desmaiar novamente, salva Shiryu, dando-lhe o golpe. Depois de recuperado, Shiryu pretendia voltar para as Cinco Montanhas com Shunrei, mas a chegada inesperada de Ikki e as batalhas contra os Cavaleiros Negros o impediram. Como as duas Armaduras, a de Pégaso e Dragão estavam em cacos, Shiryu parte para Jamiel em busca de Mu, que era o único homem que poderia consertar as vestimentas sagradas. Chegando lá, depois de quase morrer ao enfrentar os espíritos dos Cavaleiros que partiram em busca de Mu e morreram no caminho, Shiryu chega ao castelo e conhece Kiki, o discípulo de Mu. Kiki chama seu mestre, que explica ao Cavaleiro de Dragão que somente com metade do sangue de um homem poderia consertar as Armaduras. Sem alternativa, sabendo que Seiya morreria na batalha contra os Cavaleiros Negros sem sua Armadura, Shiryu corta os próprios pulsos e dá o seu sangue para Mu, que comovido com sua prova de amizade, o salva. Logo que desperta, e mesmo muito fraco, Shiryu parte para o Japão onde os Cavaleiros de Bronze já enfrentavam os Cavaleiros Negros (Kiki já tinha se adiantado e levado a Armadura de Pégaso para Seiya). No Japão, Shiryu enfrenta o Dragão Negro e o vence depois de muita luta e sangue... No decorrer da história, seu relacionamento com os Cavaleiros de Bronze vai se tornando mais intenso, e ele passa a lutar não tanto pela Terra ou por Athena (que eles descobrem depois que é a neta de Mitsumasa Kido, Saori),mas por seus amigos que ele tanto amava. Na luta contra o Cavaleiro de Prata Argon de Perseu, Shiryu se cega para vencer o Escudo da Medusa e salvar Seiya e Shun que tinham virado pedra ao olharem para o mesmo escudo. Depois, sem sua visão, ele volta para as Cinco Montanhas Antigas, onde fica um tempo sob os cuidados de uma desolada Shunrei que não sabe mais o que fazer para animá-lo a continuar vivendo, já que a cada dia o Cavaleiro de Dragão perdia mais e mais a vontade de viver. Ohko teve que voltar e lutar com Shiryu para que este entendesse que ainda deveria viver por Shunrei e seus amigos que esperavam por ele no Japão. Mas isso custou a morte do guerreiro errante que tinha o Tigre como seu protetor. Depois dessa luta, Shiryu mostra evidente sinais de melhora, e mesmo sem sua visão, volta a ser quem era e a amar a vida. Nesse meio tempo, Seiya vai para Jamiel em busca de uma cura para os olhos do amigo, e manda Kiki levar-lhe a água da vida, um remédio miraculoso que ele quase se matou pra conseguir numa montanha lá perto. Na China, Shiryu toma o remédio mas ele não faz efeito. Mestre Ancião explica que ele só fará efeito quando o cosmo de Shiryu estiver num nível mais alto. Nesse mesmo dia, surge Máscara da Morte de Câncer, que tinha sido enviado pelo Mestre do Mal, Ares, do Santuário para matar Dohko. Shiryu acaba enfrentando o indivíduo, mas depois a luta é interrompida por Mu de Jamiel, ou melhor dizendo, de Áries. Câncer foge mas promete enfrentar o Dragão no Santuário. Depois, na Batalha das Doze Casas, quando Shiryu se junta aos seus amigos, ele torna a enfrentar Máscara da Morte, mas dessa vez, as orações de Shunrei na China ajudam Shiryu a aniquilar o cruel Cavaleiro. Na Casa de Libra, Shiryu dá um show de artes marciais ao demonstrar as Armas de Libra, que tinham sido enviadas por Dohko para que ele salvasse Hyoga que tinha sido congelado por Kamus de Aquário. Por fim, na Casa de Capricórnio, Shiryu se mata para levar consigo o Cavaleiro de Ouro Shura, que às portas da morte, reconhece Saori como Athena e salva Shiryu, mandando-o novamente para a Terra (é que Shiryu os tinha levado para o espaço, literalmente) com a armadura de capricórnio. Assim acaba a saga do santuário mas, Hilda de Polaris foi logo dominada por Poseidon. Os Cavaleiros tiveram que ir para Asgard enfrentar os Guerreiros Deuses. Sobrou para Shiryu enfrentar Fenrir de Épsilon, um guerreiro meio complexado a quem Shiryu teve que dar uma aula sobre como viver sem lamentar-se um dia após o outro as coisas de ruim que acontecem, e também ao mais sacana dos Guerreiros Deuses, Albehiri de Delta, que pôs ao chão Seiya e Hyoga, e não se conformou por ter perdido em inteligência para Shiryu. No final, o Dragão também teve que enfrentar o mais forte Guerreiro de Hilda, Sigfried de Alpha. Foi Shiryu quem descobriu seu ponto fraco e mostrou-o a Seiya, que cuidou de eliminar de vez o último obstáculo para chegar em Hilda e tirá-la do feitiço de Poseidon. Infelizmente, quando tudo parecia resolvido, pois Hilda estava salva, Saori (que estivera prestes a se congelar no mar nórdico) também e tudo estava em paz, Poseidon resolveu legar Athena para o seu reino e os Cavaleiros tiveram que ir atrás dela debaixo d&#39;água. Lá Shiryu enfrentou o General Marina Krishita de Krisaor, e acabou cego novamente durante a luta. No final do anime, Shiryu recupera a visão com a ajuda de Athena, mas no mangá ele continua cego até a parte do Hades, quando durante uma das lutas ele volta a ver. <br />
]]></description>
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                <item>
                    <title><![CDATA[Fanfiction: Legal ou Ilegal?]]></title> 
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                    <pubDate>Thu, 15 Jun 2006 05:55:18 -0700</pubDate>
                    <dc:creator>@Karol</dc:creator>
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                    <description><![CDATA[Afinal, é crime alguém escrever uma história em que Mulder e Scully são os personagens principais? Para alguns, se você não for Chris Carter ou um dos roteiristas autorizados por ele, sim, é crime. Já, para outros, nada impede um fã de escrever uma história com seus personagens preferidos e colocá-los em situações que jamais estariam nos seriados e filmes.<br />
<br />
As chamadas fanfictions proliferam a cada dia na internet e tudo indica que esse crescimento só tende a aumentar.<br />
<br />
A cada novo seriado, filme, livro, animê ou quadrinhos, novos escritores despontam, mostrando muitas vezes habilidades surpreendentes para criarem histórias com personagens pré-existentes.<br />
<br />
A discussão sobre direitos autorais inflama o mercado literário e, nestes tempos em que a pirataria é, ao mesmo tempo, combatida e estimulada, a duvidosa legalidade de se escrever uma peça inédita, utilizando personagens que pertencem à outra pessoa, começa a preocupar os milhares de escritores de fanfictions do Brasil.<br />
<br />
Mas, afinal, as fanfictions são legais? De acordo com o advogado Marcus Vinicius Vadeletti Machado Silva, sim, são ilegais. “Se seguirmos a literalidade da lei, a fanfiction é ilegal, mas na prática jurídica, é inviável um processo contra um escritor de fanfiction.”<br />
<br />
Já, a advogada Cláudia Cristina Pereira Machado considera as fanfictions perfeitamente legais, uma vez que o artigo 47° da Lei 9.610 não proíbe paráfrases e paródias, desde que NÃO DESCARACTERIZEM OS PERSONAGENS ORIGINAIS.<br />
<br />
Claro que existem controvérsias a respeito de fanfictions serem paródias ou paráfrases, principalmente se levarmos em conta a definição desses termos ao pé da letra, mas ambos os advogados concordam que o judiciário brasileiro não pode nem deve perder tempo com o mérito de uma questão que esbarra em inúmeros argumentos a favor e muito poucos contra.<br />
<br />
E. enquanto isso, os escritores de fanfictions continuam em dúvida se estão ou não infringindo a lei.<br />
<br />
O que acontece na verdade é que as fanfictions brasileiras são, em sua totalidade, baseadas em universos de seriados, filmes, animes, desenhos animados estrangeiros, quase sempre norte-americanos (nota pessoal: e japoneses), onde a lei de direito autoral defende a obra e não o autor, como acontece no Brasil. Estas fanfictions não são ilegais pela lei deles e isso isenta os escritores brasileiros dos riscos de sofrerem qualquer tipo de processo ou retaliação por utilizarem personagens já existentes, afinal, as fanfictions incentivam o jovem a pesquisar para o desenvolvimento de suas histórias, a ler mais para conhecer novas palavras- e isso tudo é, sem dúvida nenhuma, um grande incentivo à cultura em nosso país.<br />
<br />
Segundo o Dr. Marcus Vinicius, a lei brasileira de direitos autorais necessita com urgência de uma mudança, pois, com o advento da internet e da globalização. A maioria dos países do mundo passou a adotar a lei de copyright norte-americana, que não apenas considera as fanfictions legais, como incentiva os fãs a escreverem. Nos EUA, as fanfictions fazem parte da cultura do país. Como os titulares das obras utilizadas pelos escritores brasileiros estão em sua maioria nos EUA, Inglaterra e Japão, não há risco algum para os jovens talentos brasileiros exercitarem seus dotes literários, utilizando personagens pré-existentes, desde que NÃO SE UTILIZEM DE PERSONAGENS DE AUTORES BRASILEIROS.<br />
<br />
Tanto o Dr. Marcus Vinicius quanto a Drª Cláudia recomendam que não deixem de acrescentar DISCLAIMER antes de cada fanfiction. É um pequeno parágrafo onde o autor menciona o titular da obra cujos personagens foram utilizados e reafirma a não intenção de se obter lucro com a fanfiction. Este pequeno detalhe é praticamente um detalhe é praticamente uma regra para as fanfictions em qualquer país do mundo.<br />
<br />
Bem, os fãs e candidatos a escritores podem respirar aliviados, as fanfictions continuarão no ar por muito tempo, carregando consigo um pouco dos sonhos e dos desejos de cada fã de se sentir dono dos destinos de seus ídolos.<br />
<br />
<br />
Texto de Sílvia Helena Penhalbel, retirado da revista SCI-FI NEWS n° 79, 09/2004.<br />
<br />
Texto trazido ao fórum <a href="http://s7.invisionfree.com/umdb/ar/t1080.htm" class="link" target="_blank">http://s7.invisionfree.com/umdb/ar/t1080.htm</a> por Juliane.chan.]]></description>
                    <wfw:commentRss>http://ho